Pelo que foi percebido na região do Alto Oeste, Médio Oeste, através do assessor Paulo José, que está exclusivamente fazendo atualização dos sindicatos junto a FETARN, onde as vendas se iniciaram, existem 02 (duas) equipes vendendo praticamente o mesmo sistema. Uma vende o sistema e instala por cerca de 600,00 a 900,00 reais parcelados e depois aparece um com alegação de que o primeiro vendedor era um sócio da empresa e que saiu vendendo o programa com uma roupagem diferente e que o STTR foi enganado. Logo em seguida ele fala que se o STR deve atualizar o sistema e faz um contrato de manutenção de 12 meses por mês que equivale a cerca de 700,00 durante um ano segundo os dirigentes sindicais. Ficando assim o programa por mais de 1.200,00.
O mesmo também alega que já entrou com uma queixa crime contra essa primeira equipe e inclusive anda com declarações de alguns sindicatos alegando que foram enganados. O problema que essa mesma discussão já vem desde o alto Oeste passando pelo Médio Oeste e agora chega no vale do Assu e Central e nada foi resolvido entre eles; e a seqüência de instalação é sempre a mesma e a conversa é sempre a mesma segundo o que foi constatado pelo assessor Paulo José que esta andando em todo o estado do RN nesse período.
Em algumas regiões por onde o assessor Paulo José passou, foi constatado que eles usam os nomes dos dirigentes sindicais locais como pessoas que estão indicando a venda do programa. Na verdade existe apenas um contato direto com os dirigentes e não uma formulação do uso de seu nome para oferecer garantias que o produto e o vendedor são corretos.
Dentre outras coisas gostaríamos de lembrar:
1. Os sindicatos tem autonomia própria;
2. A FETARN não credenciou ninguém a vender produtos em seu nome ou em nome do seu quadro de diretores e funcionários;
3. Em caso de uso do nome de algum companheiro, o STR de ligar para confirmar se o mesmo esta indicado tal programa;
4. A FETARN tem seu programa próprio e é distribuído gratuitamente para todos os sindicatos desde 2005, divulgado através dos PNFES anuais e na própria luta diária pelos pólos sindicais;
Os STTR´s devem ficar alerta para esse tipo de prática e avisar aos parceiros do pólo. Não é a primeira vez que esse tipo de situação acontece. Até mesmo os STTR´s que adquiriram o programa esse ano, já foram lesados da primeira vez por alguém que veio de outro estado e vendeu um programa para os STTR´s.
Paulo José
Assessoria da FETARN
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