terça-feira, 15 de março de 2016

INSTITUTO BRASIL APROVADO NO PROJETO RURAL SUSTENTÁVEL



O Instituto Brasil é uma das 27 instituições de assistência técnica e extensão rural com cadastro aprovado no Projeto Rural Sustentável.
Este projeto visa apoiar as metas brasileiras de redução dos Gases de Efeito Estufa Instituídas pela Política Nacional Sobre Mudanças do Clima (PNMC) com ações para o desenvolvimento da agricultura de baixa emissão de carbono nos biomas Mata Atlântica e Amazônia, junto a pequenos e médios produtores rurais.
O Governo Brasileiro, por meio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, associou-se ao Governo do Reino Unido, através de uma Cooperação Técnica "Agricultura de Baixo Carbono e Desmatamento Evitado para Reduzir a Pobreza no Brasil", que deu origem ao Projeto Rural Sustentável, cujo responsável pela execução é o 
Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
fonte do blog de nossa terra

sexta-feira, 11 de março de 2016

Preencha o Cadastro Ambiental Rural: o CAR, até o dia 5 de maio de 2016







Olá!

Agricultor (a) familiar, assentado do Crédito Fundiário!

Já sabe que nós temos um novo código florestal brasileiro?

Este código traz novas regras que temos que seguir até para fazermos a regularização ambiental e termos acesso aos benefícios que conquistamos ao longo destes anos, como o Pronaf.

Entre essas regras está a obrigatoriedade de preencher o Cadastro Ambiental Rural: o CAR, até o dia 5 de maio de 2016.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), nossas Federações e Sindicatos, vêm trabalhando ativamente para facilitar a vida dos agricultores e agricultoras.
Você tem algumas facilidades diante da lei conquistada pelo conjunto dos trabalhadores e trabalhadoras rurais para agricultura familiar e assentados do crédito fundiário.

Mas reforçamos! É preciso preencher o cadastro!

Então vamos lá... Procure o seu Sindicato dos Trabalhadores Rurais e receba a orientação necessário para fazer o CAR.

Vamos mostrar o comprometimento dos agricultores e agricultoras com o meio ambiente.

Apoio:

Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal

E Serviço Florestal Brasileiro

Confira e baixe o ÁUDIO na Voz da CONTAG.



Cadastro Ambiental Rural - CAR
Procure o seu Sindicato dos Trabalhadores Rurais e receba a orientação necessário para fazer o CAR


Nenhum retrocesso na busca da igualdade de gênero













Com perplexidade constatamos que o Senado aprovou em 09/03/2016, a retirada da perspectiva de gênero das atribuições da Secretaria Especial de Politicas para as Mulheres do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos e a singularização indevida do Pacto de São José como o único instrumento internacional com o qual o Brasil estaria comprometido. Tal decisão constitui barreiras ao exercício dos direitos sexuais e reprodutivos.

É com profunda indignação que vimos a publico denunciar esse fato e afirmar nossa total discordância, por considerarmos que afronta e ameaça à consolidação dos direitos humanos no Brasil.

É necessário denunciar que essa decisão do Congresso, na contra mão da história, vetou o uso do conceito de gênero, já incorporado em Declarações e Planos de Ação da ONU e em documentos oficiais, diretrizes e marcos legais do Estado Brasileiro.

Esse conceito, pilar na compreensão das desigualdades sociais entre homens e mulheres, indica que para além do sexo biológico, condicionantes culturais e sociais influem na forma como o masculino e o feminino se articulam em relações desiguais, bem como a outras dimensões da desigualdade social envolvendo orientação sexual e identidade de gênero.

Celebrando seus 30 anos de atuação pela afirmação dos direitos humanos das mulheres, o CNDM conclama pela rejeição desse posicionamento do Congresso que, se mantido, atingirá todas as brasileiras e afirma que está em mobilização junto às redes sociais e movimentos de mulheres de todo o país.

Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM)



ENTIDADES REPRESENTATIVAS



MANDATO (2014-2017)



SOCIEDADE CIVIL

Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB)

Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB)

Confederação das Mulheres do Brasil (CMB)

Fórum de Mulheres do MERCOSUL (FMM)

Fórum Nacional de Mulheres Negras (FNMN)

Liga Brasileira de Lésbicas (LBL)

Marcha Mundial das Mulheres (MMM)

Movimento Articulado de Mulheres da Amazônia (MAMA)

Movimento de Mulheres Camponesas do Brasil (MMC)

Parto do Princípio - Mulheres em Rede pela Maternidade Ativa

Rede Mulher e Mídia (RMM)

Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos (RNFS)

União Brasileira de Mulheres (UBM)

União de Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira (UMIAB)

Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)

Central Única dos Trabalhadores (CUT)

Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE)

Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG)

Federação Nacional dos Trabalhadores Domésticos (FENATRAD)

União Nacional dos Estudantes (UNE)

Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica (ABMCJ)

Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA)

Articulação Brasileira de Lésbicas (ABL)

BPW Brasil - Federação das Associações de Mulheres de Negócios e Profissionais do Brasil

Rede Economia e Feminismo (REF)

Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI)

Conselho Federal de Psicologia (CFP)



CONSELHEIRAS DE NOTÓRIO CONHECIMENTO DAS QUESTÕES DE GÊNERO



1) Jacqueline Pitanguy de Romani

2) Maria Betânia de Melo Ávila

3) Matilde Ribeiro



CONSELHEIRA EMÉRITA: CLARA CHARF



GOVERNAMENTAL



Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres – SEPM

Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR

Secretaria Especial de Direitos Humanos – SDH

Secretaria-Geral da Presidência da República

Casa Civil da Presidência da República – PR

Ministério da Cultura – MinC

Ministério de Ciência e Tecnologia – MCTI

Ministério do Desenvolvimento Agrário – MDA

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome – MDS

Ministério da Educação – MEC

Ministério da Justiça – MJ

Ministério do Meio Ambiente – MMA

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – MPOG

Ministério da Saúde – MS

Ministério das Relações Exteriores – MRE

Ministério do Trabalho, Emprego e Previdência Social – MTE

Presidenta do CNDM – Secretária Especial Eleonora Menicucci

Coordenadora-Geral: Rosa de Lourdes Azevedo dos Santos
FONTE: Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM)

MMC REALIZA GRANDE MOVIMENTO EM PROL DO 8 DE MARÇO – OS DIREITOS DAS MULHERES RUAIS


Nesta Sexta as Mulheres do MMC organizaram um grande movimento em angicos, em prol do 8 de março.
O evento foi organizado pela sua coordenadora ANDREZA DE MEDEIROS, e contou com varias representantes de açu e mossoro, que fazem parte do MMC.
A concentração foi em frente ao STTR, onde saíram em caminhada ate o INSS, onde discursaram em prol das mulheres pelos seus direitos rurais.


















EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL - STTR DE ANGICOS


                               EM  1ª  E  2ª   C O N V O C A Ç Ã O­­
                    
                               Pelo presente edital convocamos os associados deste Sindicato, quites e no gozo dos seus direitos sociais, para uma Assembléia Geral Ordinária a ser realizada em sua sede própria, sito a Rua São José, nº 236, nesta cidade, no próximo dia 12 de março do corrente ano, às 09:00 horas em primeira convocação, e às 10:00 horas em segunda e última convocação, obedecido o quorum estatutário, a fim de tomarem conhecimento a respeito da seguinte ordem do dia:
1)   Discussão e votação do Balanço Financeiro e Patrimonial relativo ao exercício de 2015;
2)   Parecer do Conselho Fiscal;  e
3)   Assuntos Gerais.
                              
Angicos/RN, 26 de Fevereiro de 2015  
                              Ivanaldo Rogério Cunha Ferreira 
- Presidente -

quinta-feira, 10 de março de 2016

AGRICULTORAS FAZ DOCES ATRAVES DO PRONATEC CAMPO

AGRICULTORAS DA COMUNIDADE RIACHO DO PRATO, FAZ DOCES COM O CURSO DO PRONATEC CAMPO. EM BREVE MAIS FOTOS SOBRE A TURMA DO CURSO DE PREPARADOR DE DOCES E CONSERVA.








terça-feira, 8 de março de 2016

COM APOIO DO STTR DE ANGICOS E EMATER, ASSOCIAÇÃO ESPERANÇA RECEBE A SEMENTES DO GOVERNO

Nesta terça feira, a comunidade esperança recebeu as sementes de MILHO, FEIJÃO E SORDO, para o plantio 2016, e com a volta das chuvas esperamos ter grandes farturas fala alguns agricultores da comunidade.
Esta ação é uma parceria do governo do estado, EMATER e STTR para chegar nas maos dos agricultores.

aposentada feliz em sua familia receber as sementes
ESTAGIARIA DO STTR - JOSIVANIA NICACIO FAZENDO A ENTREGA

SECRETARIO DA ASSOCIAÇÃO ESPERANÇA - 
ALMIR MEDEIROS FAZENDO A ENTREGA

COMUNIDADE E AGRICULTORES FELIZES COM O RECEBIMENTO 
DAS SEMENTES

COMUNIDADE E AGRICULTORES FELIZES COM O RECEBIMENTO 
DAS SEMENTES

ELIZABETH TEIXEIRA: 90 ANOS DE LUTA!







FOTO: Arquivo pessoal



O que significa a luta das mulheres?

Significa que estão vivas e querem seus direitos. Eu fiz e faço a luta pela Reforma Agrária em nosso país. Uma luta que fiz junto com meu marido, João Pedro Teixeira, que foi assassinado para que os trabalhadores (as) rurais tivessem direito a terra para sobreviver com suas famílias. Então eu assumi a luta para a Reforma Agrária ser implantada no nosso país, mesmo tendo ficado sozinha com a responsabilidade de criar 11 filhos, seis homens e cinco mulheres. Depois de muito sofrimento, cheguei a idade avançada ainda acreditando que será implantada a Reforma Agrária no nosso Brasil. Agradeço a todas as mulheres que continuam na luta pelos direitos das mulheres e homens do campo.

Que fatos marcaram sua vivência com Margaridas Alves?

Tive com Margarida, num foi nem uma, nem duas vezes... Sua luta foi muito correta. Lembro que ela dizia: Pra termos vitória, necessitamos da terra e não apenas os latifundiários. Aquela foi uma época muito difícil para fazer a luta e ela resistiu até covardemente cessarem sua voz.

Que lembranças Elizabeth guardou de sua própria história de militância?

Continuei a luta de meu esposo com o apoio de todas as companheiras (os) do sindicato, pois muitos trabalhadores e trabalhadoras rurais vieram na minha casa chorando, pedindo que eu não os (as) abandonasse. Logo em seguida minha casa foi cercada por policiais que davam muitos tiros por todos os lados. Depois chegou um carro de polícia, eu sai com minha filha Marluciane no colo, me jogaram dentro do carro e me deram um tiro nas costas... 11 dias depois minha filha, revoltada, tomou veneno com mel e morreu. Ainda perdi na luta mais dois filhos: João Pedro Teixeira Filho e Isaías Teixeira. Eles diziam que iam dar continuidade à luta do pai mas, após o golpe militar, foram assassinados... Hoje penso: Como ainda como estou viva? Me orgulho de ter 90 anos e peço à Deus que abençoe todas mulheres e fortaleça seus espíritos para que essa luta continue no nosso país. Ao final da entrevista de forma muito simpática, dona Elizabeth Teixeira agradeceu o reconhecimento da CONTAG pela sua história de luta e militância em nome das mulheres e do MSTTR.
FONTE: Assessoria de Comunicação CONTAG - Barack Fernandes

Fetarn participa da primeira reunião do Feciagro




O vice presidente da Fetarn, Ambrósio Lins, o secretário de Meio Ambiente, Naedson Aguiar e o assessor, Joseraldo Medeiros, estão participando na tarde desta terça-feira (8) da I Reunião do Feciagro (Fórum Estadual de Combate aos Efeitos dos Agrotóxicos na Saúde do Trabalhador, Meio Ambiente e Sociedade). O evento está sendo realizado no auditório da Procuradoria Regional do Trabalho, no bairro de Lagoa Nova, em Natal.






fonte do blog da fetarn

Moblização das Margaridas marca o 08 de março








Durante toda a manhã de hoje (8), trabalhadoras rurais e agricultoras familiares estiveram mobilizadas através dos sindicatos e da Fetarn para comemorar o dia internacional da mulher de uma forma diferente - lutando contra o retrocesso de direitos e a violência.

Estiveram representando a federação na ação que ocorreu no sindicato de Macaíba, o secretario de Meio Ambiente Naedson Aguiar e a secretaria da Terceira Idade, Divina Maria.


Nas ações realizadas pelo Polo Seridó, nas ruas de Currais Novos, participaram o diretor Francisco José, a tesoureira Elizabeth Fernandes e o secretario geral, Francisco de Assis. Já no município de Mossoró, quem esteve presente na marcha foi a secretaria de Mulheres, Antônia Silva.






fonte do blog d fetarn

SEMARH DISCUTE EM BRASILIA CONVÊNIOS PARA OBRAS HÍDRICA


O Secretário Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, Mairton França, acompanhado do Presidente da Companhia de Águas e Esgostos do RN (Caern), Marcelo Toscano e do Coordenador da Defesa Civil Estadual, Eliseu Dantas, participou, na última sexta-feira (04), em Brasília, de reuniões no Ministério da Integração (MI), para tratar de convênios relacionados à obras de infraestrutura hídrica para o RN.
O primeiro encontro foi com o Secretário Executivo do MI, Carlos Vieira, e com o Secretário da Defesa Civil, General Adriano Pereira, para tratar do projeto da adutora de engate rápido de Serra de Santana a Caicó.  “Ratificamos a prioridade da construção dessa obra, tendo em vista a situação que se encontra os principais reservatórios da região do Seridó” frisou Mairton.

O projeto dessa adutora foi escolhido pelo Governador Robinson Faria, numa reunião realizada, na quinta-feira (03), em conjunto com o Comitê da Seca, para ser o primeiro a ser executados com os R$ 44 milhões que o Ministério da Integração liberou para o RN, em caráter emergencial, para ações de combate à seca, previstas no Plano Emergencial de Segurança Hídrica do Estado.

Mairton França também se reuniu com o diretor de obras hídricas do MI, Marcelo Borges, para encaminhar uma proposta, formulada pela Semarh, de remanejamento orçamentário do PAC-SECA, no intuito de garantir recursos para a adutora Umari-Campo Grande e para a automação da Adutora do Alto Oeste.  “Nesse caso, estou apenas aguardando o aval do MI para defender nossos projetos junto ao Ministério do Planejamento, que é quem "bate o martelo" quanto às obras do PAC” ressaltou França.

Durante reunião com Marcelo Borges, também foi discutida a inciativa da Semarh de liberar a Caern para começar a operar a Adutora do Alto Oeste, nos trechos já concluídos pela Semarh, no intuito de normalizar o abastecimento de água nos municípios que se encontram em colapso. “Nossa ideia é aumentar o número de cidades atendidas na medida em que a obra avance, ou seja, se os tubos chegam ao município, nós colocamos água na torneira”.
“Amanhã estarei de volta a Brasília, acompanhado do Presidente do Instituto de Gestão das Águas do RN (igarn), Josivan Cardoso, para discutir com a Agência Nacional de águas (ANA), com o MI e com a CODEVASF, questões relacionadas à gestão das águas do rio São Francisco, no RN” finaliza Mairton.
fonte do blog de nossa terra

DIA DA MULHER

Na plenitude da vida,
a figura esplêndida surgiu,
se emancipou com o tempo:
grandes lições aprenderam.
Na luta pela soberania,
criaram suas famílias,
educaram outros filhos.
Muitas se envaideceram.
A mulher! Notável para o mundo,
construindo seu próprio ninho.
Ainda ajuda o companheiro
e baila nas passarelas.
Comovente em suas histórias,
corre nas suas vitórias,
arrasta uma platéia.
Vaidosas quando querem.
Ricas em culturas.
Usam mais a paciência.
Mas têm sua valentia,
seu poder de sedução.
Carinhosas, meigas , amigas.
Amam sem fazer distinção.
Parabéns a nós mulheres!

Saudação ao Dia Internacional da Mulher


Para saudar esta data
8 de março em questão
Seja em versos de cordel
Seja em prosa ou canção
Esteja onde estiver
Neste dia da Mulher:
Tem canto de louvação!
*
Eu canto 8 de março
Canto a sua bela história
Tantos caminhos trilhados
Muitas lutas e vitória
Um canto para as guerreiras
As mulheres pioneiras
De uma longa trajetória.
*
Louvo as fortes, corajosas
Que souberam ir à rua
Defender os seus direitos
Batalha que é só sua
Muitas no chão tombaram
Seus sonhos edificaram
A luta que continua
*
Ser mulher é ser guerreira
Na batalha a toda hora
Umas trabalham em casa
Outras em casa e fora
Há as que recebem flores
Mas preferem seus valores
Respeitados sem demora.
*
De coragem elas se vestem
Indo exigir seu espaço
Nunca foi fácil tarefa
Vencer guerra, romper laço
Desses que só as amarram
Se fraquejarem, esbarram
Constantemente em fracasso
*
Quero louvar esta data
Que foi estabelecida
Como o Dia da Mulher
Para o resto da vida
Foi preciso muita luta
Muitos anos na labuta
Para tê-la garantida
*
Saúdo a mulher que busca
Uma melhor condição
Uma sociedade justa
E sem discriminação
O fim da desigualdade
Viver com dignidade
Livre de toda opressão.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Margaridas seguem em marcha em defesa da democracia e na luta contra o retrocesso de direitos!











Nós, Margaridas do campo, da floresta, das águas, das marés, das cidades, de todas as raças, etnias, orientações sexuais e idades, vamos de cabeça erguida às ruas no Dia Internacional das Mulheres para afirmar nossa luta em defesa de democracia e contra todo retrocesso de direitos que tem ameaçado as mulheres e a classe trabalhadora.

Voltamos às ruas em repúdio aos ataques à vida das mulheres, principalmente por parte do Congresso Nacional, que têm retirado direitos conquistados e imposto uma agenda extremamente conversadora à população brasileira, a exemplo da retirada das referências aos debates de gênero dos Planos de Educação, ao retrocesso de direitos conquistados quanto à atenção às mulheres vítimas de violência sexual através da votação do PL 5069, da aprovação do Estatuto da Família que desconsidera a diversidade da composição das famílias. Vimos ainda a aprovação de uma contrarreforma eleitoral, que não trouxe mudanças das estruturas do poder político, não contribuindo em nada com o aumento da participação das mulheres nos processos eleitorais e de poder. Além de tudo, esse Congresso tem constantemente forçado votações em defesa da liberação do uso de agrotóxicos no País, dos transgênicos e das sementes terminator, de retrocessos na luta pela terra, a exemplo da PEC 215, que estabelece que as demarcações de terras indígenas sejam de decisão do Legislativo, dentre outras, comprometendo significativamente o desenvolvimento mais justo e igualitário do nosso País.

O mais recente ataque à luta das mulheres se deu na Câmara Federal que, em votação do texto base da MP 696/15, retirou “incorporação da perspectiva de gênero” da atribuição da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SEPM) do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, o que representa para nós negar a necessidade de considerar a desigualdade de gênero, entre homens e mulheres, como consequência do modelo patriarcal da sociedade, perspectiva fundamental para orientar a construção de políticas públicas de combate e prevenção a toda forma de opressão e violência que contribuam para uma sociedade mais igualitária.

Ao mesmo tempo, vemos com imensa preocupação o contexto de crise política que estamos vivendo e que está impactando profundamente na economia brasileira. Vemos que são as trabalhadoras e trabalhadores as(os) maiores impactados pelo ajuste fiscal com corte raso nos recursos dos Ministérios, que comprometerá a continuidade de importantes políticas públicas que vinham garantindo melhoria nas condições de vida, especialmente no campo. Por isso, nós mulheres afirmamos que não admitiremos ter que pagar essa conta!

Nessa conjuntura de intensa luta de classe e disputa entre dois projetos políticos, vemos o quanto tem dinheiro para o agronegócio e seu modelo concentrador, degradador e excludente, enquanto sobra pouco para a Agricultura Familiar, que coloca mais de 70% dos alimentos na mesa da população brasileira. Vivemos ainda em um país com uma enorme concentração fundiária, enquanto para a agricultura familiar falta terra para viver e produzir. Vemos o desmantelamento da política de Reforma Agrária e de justiça social no campo. Por isso, gritamos mais uma vez pela realização da Reforma Agrária já, que garanta o acesso a terra para todas, em especial as famílias acampadas, com boas condições de vida e produção. Reforma agrária já! Pela garantia soberania alimentar do nosso País!

Mesmo vendo avanços nos últimos anos no que se refere ao incentivo à produção agroecológica de alimentos saudáveis no País, esta ainda precisa ser tratada como uma política estratégica. Potencializar o trabalho de milhares de agricultoras e agricultores que produzem comida saudável, sem agrotóxicos, sem transgênicos, sem exploração, nem violência contra as mulheres e, além de tudo, garantem a soberania e segurança alimentar do Brasil, é fundamental. Por isso, cobramos o fortalecimento de políticas públicas que fortaleçam a Agroecologia e a Soberania Alimentar, em especial a política de ATER – Assistência Técnica e Extensão Rural, dando às trabalhadoras rurais reconhecimento, visibilidade e condições de realizar seu trabalho de produção de alimentos de qualidade e de verdade para as famílias brasileiras.

Vemos com muita preocupação, nesse momento, a ameaça que tem se apresentado de retirada ou restrição de direitos previdenciários das mulheres, assim como das(os) trabalhadoras e trabalhadores, em especial do campo. Com a reforma da Previdência sendo apresentada pelo governo como inevitável, nós mulheres, vendo o risco iminente de perdermos direitos, lutaremos pelo não retrocesso em nossos direitos previdenciários já conquistados, não admitiremos nenhum direito a menos. Cobramos que o governo garanta que as rubricas criadas para a Seguridade Social sejam efetivamente investidas para esse fim e não nos cofres da dívida interna. Assim poderemos seguir fortalecendo o acesso do povo brasileiro a uma educação e saúde de qualidade, como direitos e não como um peso para a sociedade como vem sendo veiculado pela grande mídia, mas reafirmamos que a solução econômica do Brasil não pode se dar mais uma vez retirando direitos adquiridos.

Vamos ainda às ruas para gritar contra toda forma de violência contra as mulheres, que continua vitimando milhares de brasileiras cotidianamente, nas ruas, no trabalho, em suas casas, sendo a violência doméstica e familiar contra as mulheres responsável por 85,85% das denúncias, conforme dados foram divulgados no Balanço dos atendimentos realizados de janeiro a outubro de 2015 pela Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR). Reafirmamos a importância da Lei Maria da Penha, que tem contribuído para o reconhecimento da violência e o aumento das denúncias. No entanto, a estrutura para apoio e proteção às mulheres continua possibilitando um alto índice de impunidade. Por isso, cobramos uma ação mais incisiva dos governos na proteção e prevenção da violência contra as mulheres, em especial as do campo, das florestas e das águas, que continuam praticamente sem ter a quem recorrer, uma vez que na ampla maioria dos municípios não possui nenhum tipo de serviço de enfrentamento à violência. Em mais de 30 anos da existência da política de delegacias especializadas de atendimento à mulheres vítimas de violência, este serviço chega a menos de 30% dos municípios do País. Lutamos pela ampliação e pelo fortalecimento das políticas públicas e ações que previnam e combatam a violência contra as mulheres em cada município, garantindo condições para a atuação da Rede de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Queremos a revisão do pacto federativo no que diz respeito às políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres!

Após um ano de grandes perdas e ameaças aos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres, onde o Estado não tem respeitado a autonomia sobre seus corpos, nem garantido políticas públicas de saúde que cheguem no tempo necessário, continuamos na luta pela implementação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher e por políticas públicas que não vejam as mulheres apenas como mães, mas que promovam a melhoria das condições de vida e saúde das mulheres, com a garantia de direitos legalmente constituídos e ampliação do acesso aos meios e serviços de promoção, prevenção, assistência e recuperação da saúde em todo território nacional.

Após um processo de contrarreforma política realizada pelo Congresso, onde votações foram feitas para que tudo continuasse como estava, em contraposição à proposta dos movimentos pela realização de um Plebiscito Popular por uma Reforma Constituinte Exclusiva e Soberana pela Reforma do Sistema Político, nós, mulheres, continuamos na luta por uma Reforma Política de fato que altere as estruturas e os processos de eleição, possibilitando a ampliação da participação e da representação política, garantindo representatividade real de todos os setores da sociedade, em especial a das mulheres.

Considerando esse contexto de ameaça à democracia e retrocesso de direitos, resultado da pressão da direita conservadora do nosso País, reiteramos nosso papel de mobilização das mulheres na defesa da democracia, dos direitos de trabalhadoras e trabalhadores e do poder soberano das urnas, contra qualquer forma de golpe ao governo da presidenta Dilma Rousseff. Sabemos ainda a importância de fortalecer o processo de articulação e formação política das mulheres, com a difícil tarefa de desconstruirmos as informações mentirosas e manipuladas que a grande mídia, como a Globo, e reproduzida por outras emissoras, divulgadas como verdade.

Por isso, nesse 8 de março de 2016, nós Margaridas, voltamos às ruas com toda a garra e a força das mulheres afirmando nossa luta por um Brasil laico, que efetive um desenvolvimento sustentável com democracia, justiça, autonomia, igualdade e liberdade! 

Um convite a refletir...












No ano que celebramos os 10 anos da Escola Nacional de Formação da CONTAG (ENFOC), resolvemos trazer alguns fragmentos da Política Nacional de Formação (PNF), que norteiam a prática pedagógica da Escola da CONTAG. Uma prática, refletida nos vários espaços de formação do MSTTR, quer nos Cursos de Formação Política e em vários outros espaços de abordagens específicas, inclusive nos Grupos de Estudo Sindical(GES)e ENAFOR.

Com base nestes espaços, o Movimento foi construindo e desconstruindo conceitos, e refazendo caminhos. Assim, convidamos você a ler atentamente cada um dos fragmentos da PNF abaixo, e a partir de uma leitura reflexiva, dizer o que eles significam em sua prática militante.

Vamos lá?

“...A implementação do PADRSS demanda lideranças com capacidade crítica e mobilizadora, capazes de propor políticas que influenciem mudanças nos padrões de desenvolvimento implantados secularmente no Brasil.

(...) As ações e os espaços com potencial formativo têm exigido do MSTTR a definição de referenciais comuns e articulados. A concepção e formulação da Política Nacional de Formação vêm suprir essa lacuna, orientando as ações formativas, indicando articulações e estratégias a serem adotadas pelo MSTTR.

(...) Compreende-se, portanto, que a formação no MSTTR deve ser continuada, sendo o PADRSS seu eixo estruturante, evidenciando sua contraposição ao projeto predominante na sociedade. Deve recusar visões únicas e verdades pré-estabelecidas, fundamentando-se pela pluralidade de ideias, pela crítica e pela criatividade. Requer a motivação de uma leitura ampla do universo rural, suas dinâmicas, demandas e necessidades, deve estimular a vivência de práticas individuais e coletivas, capazes de construir o equilíbrio entre trabalho-natureza-produção. Esse processo contribui efetivamente para a sustentabilidade das pessoas e do planeta.

Referimo-nos a um processo que considera e valoriza as dimensões do trabalho produtivo e reprodutivo, o acolhimento, a afetividade, e outros aspectos fortalecedores das identidades individuais e coletivas. Uma formação capaz de olhar o ser humano na sua totalidade e nas relações que estabelece com o mundo do trabalho, na família e com a sociedade.

(...) A Política Nacional de Formação - PNF contribui estrategicamente para a dinamização e fortalecimento das organizações sindicais, para o protagonismo dos sujeitos políticos e para o fim do preconceito e discriminação em relação aos povos do campo e da floresta...”.

E aí? Como esses fragmentos acima refletem na sua prática sindical???


Que tal contar como sua prática acontece.


Se quiser saber mais da PNF, é só clicar no site da ENFOC www.enfoc.org.br


FONTE: Assessoria de Comunicação CONTAG - Barack Fernandes

EM QUIXERÉ-CE VACA PARIU TRÊS BEZERROS DE UMA SÓ VEZ.






O fato aconteceu na comunidade de Boqueirão, mas precisamente na fazenda Santa Tereza, de propriedade do senhor Adauto Silva de Oliveira. O pequeno produtor rural conta que o fato aconteceu há aproximadamente 23 três dias, quando já era de um domingo, no inicio do mês de fevereiro, pois a vaca, da sua propriedade encontrava-se prenha, e em dias de ter o filho (bezerro).

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