quinta-feira, 23 de junho de 2016

CONTAG na defesa e na luta pela educação do campo












Como resultado de um profundo debate durante o II seminário Estadual da Educação do Campo do Espírito Santo foi assinado pela CONTAG, Fetaes e várias organizações que integram o colegiado do comitê de educação do campo do estado, um manifesto que chama a atenção para os graves problemas vividos no Espírito Santo em relação à educação integral e integradora.

Leia abaixo na integra o manifesto:


MANIFESTO DE IBIRAÇU - ESP. SANTO
ESCOLA DO CAMPO. PATRIMÔNIO AMEAÇADO


Reunidos em lbiraçu-ES no dia 17 de junho de 2016, no li Seminário Estadual de Educação do Campo, NÓS, coletivos de educação do campo e movimentos sociais camponeses na defesa e na luta pela educação do campo no Espírito Santo, com base na pauta unificada por nós elaborada, chamamos a atenção sobre os graves problemas que vivemos em relação à educação integral e integradora, fruto da negligência e do descaso do poder público estadual e municipal.

Assim , conclamamos o direito à educação, à garantia da convivência familiar e comunitária, o direito ao acesso e permanência, assim como o direito de matrícula em escola próxima da sua residência e o cumprimento da legislação vigente dizendo NÃO ao fechamento das escolas e turmas do campo, exigindo a reabertura das que foram fechadas irregularmente e responsabilizando o poder público do Estado e dos municípios. pois entendemos que a criança, o adolescente e o jovem têm assegurado o direito à educação e à convivência familiar e comun1tâna. Fechar uma escola e levá-los para uma comunidade distante fere a Constituição, o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Plano Estadual de Educação.

Para isso, torna-se necessária a garantia das especificidades das modalidades: educação do campo, educação escolar indígena e educação escolar quilombola; além da manutenção e expansão da Pedagogia da Alternância nas escolas públicas estaduais e municipais como forma ident1tárra das escolas do campo que,

(. ) se definem pela vinculação com as questões inerentes à sua realidade. com propostas pedagógicas que contemplam sua d1vers1dade em todos os aspectos, tais como soc1a1s, culturais, políticos económicos, de gênero, geração e etnia.


Parágrafo único. Formas de organização e metodologias pertinentes à realidade do campo devem ser acolhidas, como a pedagogia da terra, pela qual se busca um trabalho pedagógico fundamentado no princípio da sustentabilidade, para assegurar a preservação da vida das futuras gerações, e a pedagogia da alternância na qual o estudante participa, concomitante e alternadamente de dois ambientes e situações de aprendizagem o escolar e o laboral, supondo parceria educativa. em que ambas as partes são corresponsáve1spelo aprendizado e pela formação do estudante (Resolução CNE/CEB n° 0412010 art 36)

Exigimos a aprovação, homologação e implementação das Diretrizes Operacionais da Educação do Campo do Estado do Espírito Santo construídas coletivamente pelos movimentos soc1a1s e entidades governamentais do Estado e municípios, por meio do Comitê de Educação do Campo do Espírito Santo - COMECES, e debatida pelo Grupo de Trabalho interinstitucional composto pela SEDU, AMUNES. UNDIME e COMECES; assim corno o fortalecimento da Gerência de Educação do Campo - GECAM/SEDU.

Por último, e não menos importante, é impreterível a definição de uma política pública de Educação de Jovens e Adultos do Campo que atenda à Resolução CNE/CEB nº 0212018, onde se diz que,


Art. 1°.
(...]
§4º A educação do campo deverá atender, mediante procedimentos adequados na modalidade da Educação de Jovens e Adultos, ás populações rurais que não tiveram acesso ou não concluíram seus estudo no Ensino Fundamental ou no Ensino Médio em idade própria.


Art. 6°. A oferta de Educação de Jovens e Adultos também deve considerar que os deslocamentos sejam feitos, nas menores distancias possíveis, preservando o princípio do campo

Dessa forma, o poder público do Estado e municípios é responsável direto pela produção de um Plano de Expansão da EJA em comunidades camponesas em diálogo com as organizações sociais do campo, assim como pelo atendimento da EJA, nas comunidades camponesas, de forma presencial, da expansão da EJA no perímetro rural, independente de número mínimo de matrículas; de estimular a adoção da Pedagogia da Alternância nas escolas do campo, indígenas, pomerana e quilombolas, e da publicação de Organizações.

Curriculares específicas das escolas do campo, indígena, quilombola e pornerana. Declaramos que este manifesto é expressão das demandas dos movimentos sociais e sindicais camponeses do Estado do Espírito Santo e será divulgado e defendido em reuniões e/ou em diversas formas de mobilização, no decorrer do ano de 2016, com o propósito de consolidar urna política pública de Educação do Campo, Educação Escolar Quilombola e Educação Escolar Indígena em nosso Estado do Espírito Santo.

lbiraçu, junho de 2016.

II seminário Estadual da Educação do campo do Espírito Santo

O II seminário Estadual da Educação do campo do Espírito Santo foi realizada no dia 17 de junho, no Espírito Santo, tendo como objetivo refletir o contexto da Educação do Campo e propor ações de fortalecimento frente ao projeto de mercantilização da educação.

“Frente toda essa conjuntura do atual governo interino, o Colegiado do Comitê de Educação do Campo vem discutindo os desafios e as ações estratégicas para o fortalecimento da educação do campo sem nenhum retrocesso e reafirmando que “fechar escola é crime”. O Que queremos é escola pública com gestão publica e que atenda os princípios da educação do campo respeitando à regionalidades. Assim, aproveitamos o Seminário denunciar o fechamento das escolas do campo e exigir a aprovação,homologação e implementação das Diretrizes Operacionais da Educação do Campo do Estado do Espírito Santos e definição de uma política pública de Educação de Jovens e Adultos do Campo”, afirma o secretário de Políticas Sociais da CONTAG, José Wilson Goncalves.




FONTE: Assessoria de Comunicação CONTAG - Barack Fernande

Fátima afirma que lutará pela renegociação das dívidas dos produtores rurais


A senadora Fátima Bezerra criticou, nesta quarta-feira, o veto parcial feito pelo presidente interino, Michel Temer, à Medida Provisória 707/15. Segundo ela, os artigos vetados eram fundamentais para a solução definitiva do endividamento rural nordestino. “Ocupo esta tribuna hoje para dar voz aos pequenos agricultores, aos produtores rurais nordestinos, que hoje se sentem lesados, decepcionados, traídos diante da manobra política do governo golpista”, disse.
Fátima leu ainda uma nota da coordenadora da Comissão dos Produtores Rurais do Rio Grande do Norte, Joana D'arc Pires da Silva, que afirma que as dívidas rurais, associadas aos efeitos funestos da seca, têm agravado sobremaneira a situação dos trabalhadores do campo, que estão impossibilitados de quitar suas dívidas junto aos bancos credores, pois encontram-se "negativados" e, com seus nomes registrados nos órgãos de proteção ao crédito.
Ainda de acordo com a nota, a edição da Medida Provisória 733/16 deixou de fora a remissão de dívidas dos miniprodutores e a renegociação das dívidas dos produtores rurais que estão inscritos na dívida ativa da União.
Fátima informou também que apresentou quatro emendas à nova Medida Provisória, que visam resgatar os acordos firmados com os produtores rurais durante a tramitação da Medida Provisória anterior. “Nós esperamos contar com o apoio de toda a bancada nordestina para que possamos corrigir as injustiças que estão sendo feitas pelo Presidente interino na nova Medida Provisória. É com esse sentimento que nós vamos participar novamente da comissão que vai tratar da MP 733, que será instalada na próxima semana, para que tenhamos uma solução definitiva para o problema do endividamento rural do Nordeste”, concluiu.
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

quarta-feira, 22 de junho de 2016

EAJ/UFRN E FETARN ABRE INSCRIÇÕES PARA CURSOS TECNICOS

Escola Agrícola de Jundiaí abre 100 vagas para o segundo semestre

Acaba de ser disponibilizado o edital de seleção para a Escola Agrícola de Jundiai (EAJ-UFRN) dos cursos de técnico em agropecuária (40 vagas), técnico em agroindústria (35 vagas) e técnico em aquicultura (25 vagas).

“Este ano não teremos vagas garantidas de hospedagem. Os alunos terão que concorrer ao edital de seleção para auxilio moradia e não teremos bolsas de estudos pelo projeto DOM HELDER CÂMARA até porque o governo TEMER acabou com o MDA, mas essas 100 vagas são destinadas aos filhos de agricultores e agricultoras familiares. As inscrições serão feitas nos nossos sindicatos e serão isentas de taxa, ou seja, gratuitas”, explica o assessor da Fetarn, Joseraldo do Vale.

MP 733/2016 barra a anistia das dívidas inferiores a R$ 10 mil e exclui contratos com vencimentos a partir de 2012








O Governo Interino publicou na última quarta-feira (15) a Medida Provisória 733/2016, que autoriza a liquidação e a renegociação de dívidas de crédito rural e altera a Lei nº 10.177, de 12 de janeiro de 2001. Esta MP trata do endividamento do crédito rural na Região da Sudene e representa um duro golpe para agricultores(as) familiares, pois barra a anistia das dívidas inferiores a R$ 10 mil e exclui contratos com vencimentos a partir de 2012, prejudicando severamente os(as) agricultores(as) familiares afetados pela seca dos últimos cinco anos.

O que foi vetado era parte fundamental do PLV nº 08/2016, projeto aprovado recentemente pelo Senado Federal e amplamente debatido em Comissões e Audiências Públicas no Congresso Nacional e nos estados. A MP já está em vigor e deverá ser regulamentada no prazo de 90 (noventa) dias, quando passará a obstruir a pauta do Congresso Nacional. O prazo para o recebimento de Emendas Parlamentares termina amanhã (21).

A CONTAG encaminhará aos deputados(as) e senadores(as) da Frente Parlamentar Mista da Agricultura Familiar pedido de inclusão de Emendas à MP 733/2016, a fim de resgatar medidas previstas no PLV 08/2016, especialmente as que beneficiam a Agricultura Familiar. Contamos ainda com a atuação de nossas Federações e Sindicatos para a articulação junto aos Parlamentares(as) em seus respectivos estados, e participação nos espaços de discussão e construção de emendas a fim de garantir que todas as demandas da agricultura familiar sejam atendidas.

Quem tem dívida, não deixe de conferir o resumo das principais características da MP 733/2016:

I - Condições de Rebates para a Liquidação das dívidas - Art. 1º e 3º:

a) É permitida a liquidação de dívidas de contratos realizados com recursos dos Fundos Constitucionais e Mistos (Fundos Constitucionais com outras fontes), operados pelo Banco do Nordeste (BNB) e recursos de outras fontes, operadas por Bancos Oficiais Federais (Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia e BNDES), respectivamente;

b) Os limites do valor da dívida em um ou mais contratos permitidos para liquidação: sem limite para o Banco do Nordeste e limitado a R$ 200 mil demais Bancos Oficiais Federais.

c) Os custos decorrentes da liquidação dos contratos serão assumidos pelo FNE ou pela União, conforme cada caso;

d) Estão prorrogados os prazos de prescrição das dívidas, bem como, ficando suspenso o encaminhamento dos débitos para cobrança judicial e para inscrição na Dívida Ativa da União a partir da data de publicação desta Medida Provisória até 29 de dezembro de 2017.

e) As operações de crédito rural contratadas com cooperativas, associações e condomínios de produtores rurais, inclusive as operações efetuadas na modalidade grupal ou coletiva serão individualizadas.

f) Não poderão ser liquidadas: operações renegociadas no âmbito da Lei nº 9.138, de 29 de novembro de 1995, desoneradas de risco pela União, por força da Medida Provisória nº 2.196-3, de 24 de agosto de 2001, e inscritas em Dívida Ativa da União ou em cobrança judicial pela Procuradoria-Geral da União ou, ainda, contratadas ao amparo do inciso V do art. 7º da Lei nº 11.775, de 2008.

g) Os honorários advocatícios e as despesas com custas processuais são de responsabilidade de cada parte e a falta de seu pagamento não obsta a liquidação da dívida.

h) As condições de rebates para a liquidação dos contratos realizados até dezembro de 2011 encontram-se resumidos na Tabela 01.



II - Condições de Bonificação para a Renegociação das dívidas (Art. 2º):

a) Prazo para amortização da dívida: 10 anos, vencendo a primeira parcela em 2021 e a última em 2030, sem a necessidade de estudo de capacidade de pagamento.

b) Período de carência: até 2020, independentemente da data de formalização da renegociação.

c) Encargos financeiros e percentual obrigatório de amortização:



d) Os prazos de prescrição das dívidas e de cobrança judicial ficam suspensos a partir da data de publicação desta Medida Provisória até 29 de dezembro de 2017.

e) O não pagamento das parcelas conforme previsto acarretará a perda dos descontos bem como o impedimento do acesso a novos financiamentos com instituições financeiras federais, enquanto permanecer a situação de inadimplemento.

f) As operações contratadas por meio de cooperativas, associações e condomínios, na forma grupal ou coletiva, serão apuradas individualmente, conforme o número de mutuários vinculados à operação.



III - Descontos para liquidação de dívidas crédito rural, do Fundo de Terras e da Reforma Agrária e do Acordo de Empréstimo 4.147-BR - Art. 4º (Tabela 03).

a) Tipos de Operações: operações de crédito rural inscritas em Dívida Ativa da União até 31 de dezembro de 2014.

b) Prazo para liquidação: até 29 de dezembro de 2017.

c) Prazo de prescrição: fica suspenso o prazo de prescrição a partir da data de publicação desta Medida Provisória, até 29 de dezembro de 2017.

d) Valor consolidado da inscrição em Dívida Ativa da União: o somatório dos débitos a serem liquidados, incluídos os acréscimos legais e contratuais pertinentes, multas e juros.

e) Os descontos incidirão proporcionalmente para cada faixa de valor da inscrição em Dívida Ativa da União.

f) A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional – PGFN está autorizada a contratar, com dispensa de licitação, instituições financeiras integrantes da administração pública federal, para adotar as providências necessárias no sentido de facilitar o processo de liquidação de dívidas rurais inscritas na Dívida Ativa da União, nos termos deste artigo.

g) A PGFN adotará as medidas necessárias à suspensão, até 29 de dezembro de 2017, do ajuizamento e do prosseguimento das execuções fiscais ajuizadas.

h) A liquidação de que trata este artigo será regulamentada por ato do Procurador-Geral da Fazenda Nacional.

i) A Advocacia-Geral da União está autorizada a adotar as medidas de estímulo à liquidação de dívidas originárias de operações de crédito rural cujos ativos tenham sido transferidos para o Tesouro Nacional e cujos respectivos débitos, não inscritos na Dívida Ativa da União, estejam sendo executados pela Procuradoria-Geral da União.




FONTE: Assessoria de Comunicação CONTAG - Lívia Barreto - com informações da Secretaria de Política Agrícola da CONTAG

Primeiro dia da Jornada Estadual para rearticulação do Sisater é marcado por amplo debate




Durante todo o dia de hoje (20), o auditório do Monza Palace Hotel foi palco de grandes nomes ligados a assistência técnica e extensão rural na Jornada Estadual para rearticulação do SISATER.

O evento, coordenado pela Fetarn, Contag,Senar e STTR, teve início com uma palestra do presidente da ANATER, Paulo Guilherme Cabral, pela manhã.


As 14h, o professor Valter Carvalho, representante do CONDRAF, apresentou o histórico e a conjuntura atual do ATER no Brasil. "O futuro é incerto. O ATER precisa ser resgatado. O modelo atual de contratação temporária de serviços já se mostrou ineficiente. Uma assistência técnica voltada para a agricultura familiar precisa ser permanente, continuada e de qualidade. Isso só será possível cm instituições fortalecidas, com o aperfeiçoamento da estrutura e a qualificação dos profissionais", afirmou o educador.


Na sequência houve a apresentação da experiência de sucesso da rede cearense de ATER (RECEATER), debate e apresentação das organizações participantes da jornada.

O evento terá continuidade amanhã (21), com o painel "SISATER: Objetivos, Histórico, Critérios, Organizações, Componentes e Áreas de Atuação", que será apresentado por Ronaldo Ramos da CONTAG, seguido de trabalho em grupo, debate, proposições e agenda de compromissos.
fonte do blog da fetarn

sábado, 18 de junho de 2016

Para Ivanaldo Cunha, medidas adotadas pelo Governo Federal prejudicam trabalhadores rurais.

Com o intuito de reverter o pacote de medidas adotadas pelo Presidente da República interino, Michel Temer [PMDB], dentre as quais medidas retira direitos e políticas públicas, conquistadas pela classe dos trabalhadores e trabalhadoras rurais, uma mobilização nacional foi feita.

Em Angicos, os manifestantes ocuparam a sede do INSS. O movimento paredista foi Organizado pelo Polo Sindical. Representações das seguintes Cidades, estiveram presentes; Angicos, Fernando Pedroza, Santana do Matos, Afonso Bezerra, Pedro Avelino, Lajes, Caiçara do Rio dos Ventos e Pedra Preta.

A reportagem do Blog Angicos Notícias falou com o Presidente do STTR [Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Angicos] Ivanaldo Rogério Cunha Ferreira e disse que a crise economia brasileira está ligada ao cenário político turbulento.

Ele destaca ainda que a jornada de lutas que eclodiu desponta de várias conquistas em defesa dos direitos sociais e trabalhistas. A decisão é avaliada por muitos como nociva.

O Presidente Sindical considera tal atitude como irresponsável e afrontoso aos trabalhadores rurais.

O ato teve como objetivo, sensibilizar o Governo Federal sobre a necessidade de liberação de recursos para os agricultores familiares e a volta do MDA, assim como a permanência do INSS e, também a volta do ministério da PREVIDÊNCIA SOCIAL.

Outro ponto forte foi, o [NÃO] ao aumento da idade do trabalhador rural para 65 anos, e também contra todo retrocesso prejudicando os trabalhadores rurais.

Ouça a entrevista do dirigente sindical, a seguir:


fonte do blog de angicos noticias

sexta-feira, 17 de junho de 2016

TRABALHADORES RURAIS OCUPAM INSS DE ANGICOS CONTRA O RETIRADAS DOS DIREITOS DA CLASSE TRABALHADORA

Nesta quinta feira, o STTR DE ANGICOS juntamento com o POLO CENTRAL DA FETARN, CUT/RN E FETARN, Mobilizaram sentenças de agricultores da região central, e ocupação o INSS de Angicos, desde das 6:30 da manha, para lutar contra o RETROCESSO DAS POLITICAS PUBLICAS, CONTRA A RETIRADA DOS DIREITOS ADQUIRIDOS, SOLICITANDO A VOLTA DO MDA E DO MPS.
O evento contou tambem com o apoio de varias entidades entre eles, A CUT/RN, FETARN, APASA E STTRs da Região, municípios presentes no ATO foram: ANGICOS, FERNANDO PEDROZA, CAIÇARA DO RIO DOS VENTOS, AFONSO BEZERRA, LAJES, PEDRO AVELINO, PEDRA PRETA E SANTANA DO MATOS.
Durante o evento o Presidente do STTR de Angicos, falou  varias vezes da luta da agricultura familiar e de seus direitos e não é justo tirarem nossos direitos, pois quem coloca comida na mesa do .brasileiro hoje é a nossa agricultura familiar e tambem quem gera a economia no município.
Tambem falou em prol dos agricultores foi o Assessor Juridico da FETARN - MARCOS GEORGE, falando de varias lutas conquistadas dos trabalhadores rurais e que estamos firme e forte para lutarmos em prol da nossa categoria.

MANOEL PRETO - AGRICULTOR E POETA DE ANGICOS
FALANDO DAS LUTAS DOS TRABALHADORES RURAIS

JOSE LEÃO - AGRICULTOR FAMILIAR

TRABALHADORAS RURAIS NA LUTA

INICIO DO EVENTO EM FRENTE AO INSS

CARTAZES E BANDEIRAS CONTRA O RETROCESSO

FAIXAS E CARTAZES

FAIXAS E CARTAZES

ASSESSOR JURIDICO DA FETARN - MARCOS GEORGE

FAIXA CONTRA A RETIRADA DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES RURAIS

TRABALHADORES RURAIS

CONTRA O RETROCESSO

FORRO EM PLENO MEIO DIA DURANTE O EVENTO

FORRO NO EVENTO

REPRESENTANTES DO STTR DE SANTANA DO MATOS
PRESIDENTE CHIQUINHO

LUTA DOS TRABALHADORES RURAIS

TRABALHADORAS RURAIS CONTRA A RETIRADA DOS DIREITOS 

MICHELINE E BRIGIDA - DA EMATER ANGICOS
DANDO APOIO AO EVENTO

REPRESENTANTES DO POLO CENTRAL EM DEFESA DA DEMOCRACIA

HORA DA CIRANDA

HORA DA CIRANDA

TRABALHADORES RURAIS

FORRO NO EVENTO

TRABALHADORES NA LUTA

FETARN PRESENTE NO EVENTO

POLO CENTRAL NA LUTA CONTRA O RETROCESSO

LUTA SINDICAL

CONTRA O RETROCESSO DAS POLITICAS PUBLICAS

CONTAG E FETARN E STTRs NA LUTA EM PROL DOS TRABALHADORES RURAIS

LUTA SINDICAL

CARTAZES E FAIXAS

CUT/RN EM DEFESA DOS TRABALHADORES RURAIS

CONTRA A RETIRADAS DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES

TODOS JUNTOS EM PROL DA AGRICULTURA FAMILIAR

CONTRA O RETROCESSO

PRESIDENTE DO STTR DE ANGICOS - IVANALDO ROGERIO - AGRADECENDO 
O APOIO DE TODOS E VAMOS A LUTA PORQUE ELA CONTINUA

MARCOS GEORGE DA FETARN
JUNTAMENTE COM A PRESIDENTE DO STTR DE LAJES - MARIA NUNES

EM PROL DOS TRABALHADORES RURAIS