terça-feira, 8 de março de 2016

ELIZABETH TEIXEIRA: 90 ANOS DE LUTA!







FOTO: Arquivo pessoal



O que significa a luta das mulheres?

Significa que estão vivas e querem seus direitos. Eu fiz e faço a luta pela Reforma Agrária em nosso país. Uma luta que fiz junto com meu marido, João Pedro Teixeira, que foi assassinado para que os trabalhadores (as) rurais tivessem direito a terra para sobreviver com suas famílias. Então eu assumi a luta para a Reforma Agrária ser implantada no nosso país, mesmo tendo ficado sozinha com a responsabilidade de criar 11 filhos, seis homens e cinco mulheres. Depois de muito sofrimento, cheguei a idade avançada ainda acreditando que será implantada a Reforma Agrária no nosso Brasil. Agradeço a todas as mulheres que continuam na luta pelos direitos das mulheres e homens do campo.

Que fatos marcaram sua vivência com Margaridas Alves?

Tive com Margarida, num foi nem uma, nem duas vezes... Sua luta foi muito correta. Lembro que ela dizia: Pra termos vitória, necessitamos da terra e não apenas os latifundiários. Aquela foi uma época muito difícil para fazer a luta e ela resistiu até covardemente cessarem sua voz.

Que lembranças Elizabeth guardou de sua própria história de militância?

Continuei a luta de meu esposo com o apoio de todas as companheiras (os) do sindicato, pois muitos trabalhadores e trabalhadoras rurais vieram na minha casa chorando, pedindo que eu não os (as) abandonasse. Logo em seguida minha casa foi cercada por policiais que davam muitos tiros por todos os lados. Depois chegou um carro de polícia, eu sai com minha filha Marluciane no colo, me jogaram dentro do carro e me deram um tiro nas costas... 11 dias depois minha filha, revoltada, tomou veneno com mel e morreu. Ainda perdi na luta mais dois filhos: João Pedro Teixeira Filho e Isaías Teixeira. Eles diziam que iam dar continuidade à luta do pai mas, após o golpe militar, foram assassinados... Hoje penso: Como ainda como estou viva? Me orgulho de ter 90 anos e peço à Deus que abençoe todas mulheres e fortaleça seus espíritos para que essa luta continue no nosso país. Ao final da entrevista de forma muito simpática, dona Elizabeth Teixeira agradeceu o reconhecimento da CONTAG pela sua história de luta e militância em nome das mulheres e do MSTTR.
FONTE: Assessoria de Comunicação CONTAG - Barack Fernandes

Fetarn participa da primeira reunião do Feciagro




O vice presidente da Fetarn, Ambrósio Lins, o secretário de Meio Ambiente, Naedson Aguiar e o assessor, Joseraldo Medeiros, estão participando na tarde desta terça-feira (8) da I Reunião do Feciagro (Fórum Estadual de Combate aos Efeitos dos Agrotóxicos na Saúde do Trabalhador, Meio Ambiente e Sociedade). O evento está sendo realizado no auditório da Procuradoria Regional do Trabalho, no bairro de Lagoa Nova, em Natal.






fonte do blog da fetarn

Moblização das Margaridas marca o 08 de março








Durante toda a manhã de hoje (8), trabalhadoras rurais e agricultoras familiares estiveram mobilizadas através dos sindicatos e da Fetarn para comemorar o dia internacional da mulher de uma forma diferente - lutando contra o retrocesso de direitos e a violência.

Estiveram representando a federação na ação que ocorreu no sindicato de Macaíba, o secretario de Meio Ambiente Naedson Aguiar e a secretaria da Terceira Idade, Divina Maria.


Nas ações realizadas pelo Polo Seridó, nas ruas de Currais Novos, participaram o diretor Francisco José, a tesoureira Elizabeth Fernandes e o secretario geral, Francisco de Assis. Já no município de Mossoró, quem esteve presente na marcha foi a secretaria de Mulheres, Antônia Silva.






fonte do blog d fetarn

SEMARH DISCUTE EM BRASILIA CONVÊNIOS PARA OBRAS HÍDRICA


O Secretário Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, Mairton França, acompanhado do Presidente da Companhia de Águas e Esgostos do RN (Caern), Marcelo Toscano e do Coordenador da Defesa Civil Estadual, Eliseu Dantas, participou, na última sexta-feira (04), em Brasília, de reuniões no Ministério da Integração (MI), para tratar de convênios relacionados à obras de infraestrutura hídrica para o RN.
O primeiro encontro foi com o Secretário Executivo do MI, Carlos Vieira, e com o Secretário da Defesa Civil, General Adriano Pereira, para tratar do projeto da adutora de engate rápido de Serra de Santana a Caicó.  “Ratificamos a prioridade da construção dessa obra, tendo em vista a situação que se encontra os principais reservatórios da região do Seridó” frisou Mairton.

O projeto dessa adutora foi escolhido pelo Governador Robinson Faria, numa reunião realizada, na quinta-feira (03), em conjunto com o Comitê da Seca, para ser o primeiro a ser executados com os R$ 44 milhões que o Ministério da Integração liberou para o RN, em caráter emergencial, para ações de combate à seca, previstas no Plano Emergencial de Segurança Hídrica do Estado.

Mairton França também se reuniu com o diretor de obras hídricas do MI, Marcelo Borges, para encaminhar uma proposta, formulada pela Semarh, de remanejamento orçamentário do PAC-SECA, no intuito de garantir recursos para a adutora Umari-Campo Grande e para a automação da Adutora do Alto Oeste.  “Nesse caso, estou apenas aguardando o aval do MI para defender nossos projetos junto ao Ministério do Planejamento, que é quem "bate o martelo" quanto às obras do PAC” ressaltou França.

Durante reunião com Marcelo Borges, também foi discutida a inciativa da Semarh de liberar a Caern para começar a operar a Adutora do Alto Oeste, nos trechos já concluídos pela Semarh, no intuito de normalizar o abastecimento de água nos municípios que se encontram em colapso. “Nossa ideia é aumentar o número de cidades atendidas na medida em que a obra avance, ou seja, se os tubos chegam ao município, nós colocamos água na torneira”.
“Amanhã estarei de volta a Brasília, acompanhado do Presidente do Instituto de Gestão das Águas do RN (igarn), Josivan Cardoso, para discutir com a Agência Nacional de águas (ANA), com o MI e com a CODEVASF, questões relacionadas à gestão das águas do rio São Francisco, no RN” finaliza Mairton.
fonte do blog de nossa terra

DIA DA MULHER

Na plenitude da vida,
a figura esplêndida surgiu,
se emancipou com o tempo:
grandes lições aprenderam.
Na luta pela soberania,
criaram suas famílias,
educaram outros filhos.
Muitas se envaideceram.
A mulher! Notável para o mundo,
construindo seu próprio ninho.
Ainda ajuda o companheiro
e baila nas passarelas.
Comovente em suas histórias,
corre nas suas vitórias,
arrasta uma platéia.
Vaidosas quando querem.
Ricas em culturas.
Usam mais a paciência.
Mas têm sua valentia,
seu poder de sedução.
Carinhosas, meigas , amigas.
Amam sem fazer distinção.
Parabéns a nós mulheres!

Saudação ao Dia Internacional da Mulher


Para saudar esta data
8 de março em questão
Seja em versos de cordel
Seja em prosa ou canção
Esteja onde estiver
Neste dia da Mulher:
Tem canto de louvação!
*
Eu canto 8 de março
Canto a sua bela história
Tantos caminhos trilhados
Muitas lutas e vitória
Um canto para as guerreiras
As mulheres pioneiras
De uma longa trajetória.
*
Louvo as fortes, corajosas
Que souberam ir à rua
Defender os seus direitos
Batalha que é só sua
Muitas no chão tombaram
Seus sonhos edificaram
A luta que continua
*
Ser mulher é ser guerreira
Na batalha a toda hora
Umas trabalham em casa
Outras em casa e fora
Há as que recebem flores
Mas preferem seus valores
Respeitados sem demora.
*
De coragem elas se vestem
Indo exigir seu espaço
Nunca foi fácil tarefa
Vencer guerra, romper laço
Desses que só as amarram
Se fraquejarem, esbarram
Constantemente em fracasso
*
Quero louvar esta data
Que foi estabelecida
Como o Dia da Mulher
Para o resto da vida
Foi preciso muita luta
Muitos anos na labuta
Para tê-la garantida
*
Saúdo a mulher que busca
Uma melhor condição
Uma sociedade justa
E sem discriminação
O fim da desigualdade
Viver com dignidade
Livre de toda opressão.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Margaridas seguem em marcha em defesa da democracia e na luta contra o retrocesso de direitos!











Nós, Margaridas do campo, da floresta, das águas, das marés, das cidades, de todas as raças, etnias, orientações sexuais e idades, vamos de cabeça erguida às ruas no Dia Internacional das Mulheres para afirmar nossa luta em defesa de democracia e contra todo retrocesso de direitos que tem ameaçado as mulheres e a classe trabalhadora.

Voltamos às ruas em repúdio aos ataques à vida das mulheres, principalmente por parte do Congresso Nacional, que têm retirado direitos conquistados e imposto uma agenda extremamente conversadora à população brasileira, a exemplo da retirada das referências aos debates de gênero dos Planos de Educação, ao retrocesso de direitos conquistados quanto à atenção às mulheres vítimas de violência sexual através da votação do PL 5069, da aprovação do Estatuto da Família que desconsidera a diversidade da composição das famílias. Vimos ainda a aprovação de uma contrarreforma eleitoral, que não trouxe mudanças das estruturas do poder político, não contribuindo em nada com o aumento da participação das mulheres nos processos eleitorais e de poder. Além de tudo, esse Congresso tem constantemente forçado votações em defesa da liberação do uso de agrotóxicos no País, dos transgênicos e das sementes terminator, de retrocessos na luta pela terra, a exemplo da PEC 215, que estabelece que as demarcações de terras indígenas sejam de decisão do Legislativo, dentre outras, comprometendo significativamente o desenvolvimento mais justo e igualitário do nosso País.

O mais recente ataque à luta das mulheres se deu na Câmara Federal que, em votação do texto base da MP 696/15, retirou “incorporação da perspectiva de gênero” da atribuição da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SEPM) do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, o que representa para nós negar a necessidade de considerar a desigualdade de gênero, entre homens e mulheres, como consequência do modelo patriarcal da sociedade, perspectiva fundamental para orientar a construção de políticas públicas de combate e prevenção a toda forma de opressão e violência que contribuam para uma sociedade mais igualitária.

Ao mesmo tempo, vemos com imensa preocupação o contexto de crise política que estamos vivendo e que está impactando profundamente na economia brasileira. Vemos que são as trabalhadoras e trabalhadores as(os) maiores impactados pelo ajuste fiscal com corte raso nos recursos dos Ministérios, que comprometerá a continuidade de importantes políticas públicas que vinham garantindo melhoria nas condições de vida, especialmente no campo. Por isso, nós mulheres afirmamos que não admitiremos ter que pagar essa conta!

Nessa conjuntura de intensa luta de classe e disputa entre dois projetos políticos, vemos o quanto tem dinheiro para o agronegócio e seu modelo concentrador, degradador e excludente, enquanto sobra pouco para a Agricultura Familiar, que coloca mais de 70% dos alimentos na mesa da população brasileira. Vivemos ainda em um país com uma enorme concentração fundiária, enquanto para a agricultura familiar falta terra para viver e produzir. Vemos o desmantelamento da política de Reforma Agrária e de justiça social no campo. Por isso, gritamos mais uma vez pela realização da Reforma Agrária já, que garanta o acesso a terra para todas, em especial as famílias acampadas, com boas condições de vida e produção. Reforma agrária já! Pela garantia soberania alimentar do nosso País!

Mesmo vendo avanços nos últimos anos no que se refere ao incentivo à produção agroecológica de alimentos saudáveis no País, esta ainda precisa ser tratada como uma política estratégica. Potencializar o trabalho de milhares de agricultoras e agricultores que produzem comida saudável, sem agrotóxicos, sem transgênicos, sem exploração, nem violência contra as mulheres e, além de tudo, garantem a soberania e segurança alimentar do Brasil, é fundamental. Por isso, cobramos o fortalecimento de políticas públicas que fortaleçam a Agroecologia e a Soberania Alimentar, em especial a política de ATER – Assistência Técnica e Extensão Rural, dando às trabalhadoras rurais reconhecimento, visibilidade e condições de realizar seu trabalho de produção de alimentos de qualidade e de verdade para as famílias brasileiras.

Vemos com muita preocupação, nesse momento, a ameaça que tem se apresentado de retirada ou restrição de direitos previdenciários das mulheres, assim como das(os) trabalhadoras e trabalhadores, em especial do campo. Com a reforma da Previdência sendo apresentada pelo governo como inevitável, nós mulheres, vendo o risco iminente de perdermos direitos, lutaremos pelo não retrocesso em nossos direitos previdenciários já conquistados, não admitiremos nenhum direito a menos. Cobramos que o governo garanta que as rubricas criadas para a Seguridade Social sejam efetivamente investidas para esse fim e não nos cofres da dívida interna. Assim poderemos seguir fortalecendo o acesso do povo brasileiro a uma educação e saúde de qualidade, como direitos e não como um peso para a sociedade como vem sendo veiculado pela grande mídia, mas reafirmamos que a solução econômica do Brasil não pode se dar mais uma vez retirando direitos adquiridos.

Vamos ainda às ruas para gritar contra toda forma de violência contra as mulheres, que continua vitimando milhares de brasileiras cotidianamente, nas ruas, no trabalho, em suas casas, sendo a violência doméstica e familiar contra as mulheres responsável por 85,85% das denúncias, conforme dados foram divulgados no Balanço dos atendimentos realizados de janeiro a outubro de 2015 pela Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR). Reafirmamos a importância da Lei Maria da Penha, que tem contribuído para o reconhecimento da violência e o aumento das denúncias. No entanto, a estrutura para apoio e proteção às mulheres continua possibilitando um alto índice de impunidade. Por isso, cobramos uma ação mais incisiva dos governos na proteção e prevenção da violência contra as mulheres, em especial as do campo, das florestas e das águas, que continuam praticamente sem ter a quem recorrer, uma vez que na ampla maioria dos municípios não possui nenhum tipo de serviço de enfrentamento à violência. Em mais de 30 anos da existência da política de delegacias especializadas de atendimento à mulheres vítimas de violência, este serviço chega a menos de 30% dos municípios do País. Lutamos pela ampliação e pelo fortalecimento das políticas públicas e ações que previnam e combatam a violência contra as mulheres em cada município, garantindo condições para a atuação da Rede de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Queremos a revisão do pacto federativo no que diz respeito às políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres!

Após um ano de grandes perdas e ameaças aos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres, onde o Estado não tem respeitado a autonomia sobre seus corpos, nem garantido políticas públicas de saúde que cheguem no tempo necessário, continuamos na luta pela implementação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher e por políticas públicas que não vejam as mulheres apenas como mães, mas que promovam a melhoria das condições de vida e saúde das mulheres, com a garantia de direitos legalmente constituídos e ampliação do acesso aos meios e serviços de promoção, prevenção, assistência e recuperação da saúde em todo território nacional.

Após um processo de contrarreforma política realizada pelo Congresso, onde votações foram feitas para que tudo continuasse como estava, em contraposição à proposta dos movimentos pela realização de um Plebiscito Popular por uma Reforma Constituinte Exclusiva e Soberana pela Reforma do Sistema Político, nós, mulheres, continuamos na luta por uma Reforma Política de fato que altere as estruturas e os processos de eleição, possibilitando a ampliação da participação e da representação política, garantindo representatividade real de todos os setores da sociedade, em especial a das mulheres.

Considerando esse contexto de ameaça à democracia e retrocesso de direitos, resultado da pressão da direita conservadora do nosso País, reiteramos nosso papel de mobilização das mulheres na defesa da democracia, dos direitos de trabalhadoras e trabalhadores e do poder soberano das urnas, contra qualquer forma de golpe ao governo da presidenta Dilma Rousseff. Sabemos ainda a importância de fortalecer o processo de articulação e formação política das mulheres, com a difícil tarefa de desconstruirmos as informações mentirosas e manipuladas que a grande mídia, como a Globo, e reproduzida por outras emissoras, divulgadas como verdade.

Por isso, nesse 8 de março de 2016, nós Margaridas, voltamos às ruas com toda a garra e a força das mulheres afirmando nossa luta por um Brasil laico, que efetive um desenvolvimento sustentável com democracia, justiça, autonomia, igualdade e liberdade! 

Um convite a refletir...












No ano que celebramos os 10 anos da Escola Nacional de Formação da CONTAG (ENFOC), resolvemos trazer alguns fragmentos da Política Nacional de Formação (PNF), que norteiam a prática pedagógica da Escola da CONTAG. Uma prática, refletida nos vários espaços de formação do MSTTR, quer nos Cursos de Formação Política e em vários outros espaços de abordagens específicas, inclusive nos Grupos de Estudo Sindical(GES)e ENAFOR.

Com base nestes espaços, o Movimento foi construindo e desconstruindo conceitos, e refazendo caminhos. Assim, convidamos você a ler atentamente cada um dos fragmentos da PNF abaixo, e a partir de uma leitura reflexiva, dizer o que eles significam em sua prática militante.

Vamos lá?

“...A implementação do PADRSS demanda lideranças com capacidade crítica e mobilizadora, capazes de propor políticas que influenciem mudanças nos padrões de desenvolvimento implantados secularmente no Brasil.

(...) As ações e os espaços com potencial formativo têm exigido do MSTTR a definição de referenciais comuns e articulados. A concepção e formulação da Política Nacional de Formação vêm suprir essa lacuna, orientando as ações formativas, indicando articulações e estratégias a serem adotadas pelo MSTTR.

(...) Compreende-se, portanto, que a formação no MSTTR deve ser continuada, sendo o PADRSS seu eixo estruturante, evidenciando sua contraposição ao projeto predominante na sociedade. Deve recusar visões únicas e verdades pré-estabelecidas, fundamentando-se pela pluralidade de ideias, pela crítica e pela criatividade. Requer a motivação de uma leitura ampla do universo rural, suas dinâmicas, demandas e necessidades, deve estimular a vivência de práticas individuais e coletivas, capazes de construir o equilíbrio entre trabalho-natureza-produção. Esse processo contribui efetivamente para a sustentabilidade das pessoas e do planeta.

Referimo-nos a um processo que considera e valoriza as dimensões do trabalho produtivo e reprodutivo, o acolhimento, a afetividade, e outros aspectos fortalecedores das identidades individuais e coletivas. Uma formação capaz de olhar o ser humano na sua totalidade e nas relações que estabelece com o mundo do trabalho, na família e com a sociedade.

(...) A Política Nacional de Formação - PNF contribui estrategicamente para a dinamização e fortalecimento das organizações sindicais, para o protagonismo dos sujeitos políticos e para o fim do preconceito e discriminação em relação aos povos do campo e da floresta...”.

E aí? Como esses fragmentos acima refletem na sua prática sindical???


Que tal contar como sua prática acontece.


Se quiser saber mais da PNF, é só clicar no site da ENFOC www.enfoc.org.br


FONTE: Assessoria de Comunicação CONTAG - Barack Fernandes

EM QUIXERÉ-CE VACA PARIU TRÊS BEZERROS DE UMA SÓ VEZ.






O fato aconteceu na comunidade de Boqueirão, mas precisamente na fazenda Santa Tereza, de propriedade do senhor Adauto Silva de Oliveira. O pequeno produtor rural conta que o fato aconteceu há aproximadamente 23 três dias, quando já era de um domingo, no inicio do mês de fevereiro, pois a vaca, da sua propriedade encontrava-se prenha, e em dias de ter o filho (bezerro).

Mais informações »
fonte do blog de venha ver noticias

Caravaneiros conhecem barragem que levará água do São Francisco para o Rio Grande do Norte


Bispos e demais caravaneiros, na parede da barragem Engenheiro Ávidos/Boqueirão (Foto: José Bezerra)
Bispos e demais caravaneiros, na parede da barragem Engenheiro Ávidos/Boqueirão (Foto: José Bezerra)
A primeira parada da Caravana Socioambiental da CNBB Regional Nordeste que percorre o Eixo Norte do Projeto de Integração de Bacias do Rio São Francisco, neste primeiro de março de 2016, foi na barragem Engenheiro Ávidos / Boqueirão, no município de São José das Piranhas-PB. É uma obra construída pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), em 1932, com capacidade para armazenar mais de 100 milhões de metros cúbicos e que está com apenas 6% da capacidade. O Boqueirão, como é popularmente conhecido, é uma das barragens que receberão água do projeto de interligação de bacias do rio São Francisco.
Os caravaneiros ouviram explicações sobre o Boqueirão e como ela será utilizada para a interligação das bacias. “Ele está inserido no processo da revitalização dos 24 reservatórios que receberão água do São Francisco. Aqui deve chegar aproximadamente 6 metros cúbicos por segundo, no final de linha. Uma parte ficará para uso do Estado da Paraíba e outra parte seguira para o Rio Grande do Norte”, explicou Osvaldo Garcia, Secretário de Infraestrutura Hídrica do Ministério da Integração Nacional.
Osvaldo Garcia, Secretário de Recursos Hídricos do Ministério da Integração, explicando a função da barragem no projeto de interligação de bacias (Foto: José Bezerra)
Osvaldo Garcia, Secretário de Recursos Hídricos do Ministério da Integração, explicando a função da barragem no projeto de interligação de bacias (Foto: José Bezerra)

O Secretário informou que a obra que conduzirá água à Barragem Boqueirão deverá ser concluída até dezembro deste ano. “A previsão é que a água chegue à barragem até o final do primeiro semestre de 2017”, esclareceu Osvaldo Garcia. Ele acrescentou que, inicialmente, dos 6 metros cúbicos por segundo que o Boqueirão receberá, 3 metros cúbicos por segundo seguirão para o Rio Grande do Norte. As águas seguirão pela Bacia Hidrográfica Piancó-Piranhas-Assu, na qual estão as barragens Oiticica (em Barra de Santana, Jucurutu-RN) em fase de construção, e a Armando Ribeiro Gonçalves, já visitadas pela caravana Socioambiental.
fonte do blog de nossa terra

terça-feira, 1 de março de 2016

Regionais da CONTAG seguem debatendo sobre os novos desafios para o MSTT





FOTO: Barack Fernandes



Cumprindo o itinerário estabelecido a partir da 7ª Oficina do Planejamento Estratégico 2013-2017, acontece essa semana, de forma simultânea em todo o Brasil, os Encontros Regionais da CONTAG. Nessa terça-feira (01), teve início o debate da Regional Sudeste, em Belo Horizonte, Minas Gerais.


Na pauta, dirigentes e funcionários (as) do Movimento Sindical dos Trabalhadores (as) Rurais (MSTTR) debatem, entre outros temas, as ações de massa para 2016; mobilização contra a reforma da previdência; 22º Grito da Terra Brasil – GTB 2016; Marcha pela Reforma Agrária; Enquadramento Sindical da Agricultura Familiar; Sustentabilidade Político-Financeira; 12º Congresso Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais; e estratégias de participação do MSTTR nas Eleições Municipais.

“Estamos realizando quatro Encontros Regionais só essa semana. Na região Sul, em Santa Catarina, no Nordeste em Pernambuco, no Sudeste, em Minas Gerais, e semana que vem no Norte. Diretoria e assessoria da CONTAG estarão participando e contribuindo no debate desses eventos, com um olhar a partir da 7ª Oficina do Planejamento Estratégico 2013-2017 da CONTAG, realizada entre 15 e 18 de fevereiro em Brasília-DF. Levando em consideração que nosso Planejamento não pode ter como meta apenas a atual gestão, mas estabelecer rumos para a continuação da luta do MSTTR. Assim nossos Encontros Regionais, são momentos de debate, de análise, de reflexão, de fazer uma escuta para vocês dizerem se o caminho é por aí, e se não for, então que percursos devemos seguir na implementação do Projeto Alternativo de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário (PADRSS)”, destacou o presidente da CONTAG, Alberto Ercílio Broch, que junto a diretoria e assessoria da Confederação, esteve presente na abertura do Encontro da Regional Centro-Oeste, que teve início na manhã dessa segunda-feira (29), em Brasília-DF.
fonte do blog da contag

Governo do Estado organiza pagamentos do Programa Leite Potiguar


O Governo do Estado do Rio Grande do Norte já concluiu os procedimentos para realizar o pagamento aos fornecedores do Programa Leite Potiguar, referente às duas quinzenas de janeiro de 2016. O decreto para regulamentar a forma de execução da Lei Orçamentária Anual (LOA) foi publicado no Diário Oficial do último sábado (27).

A Emater-RN, responsável pela gestão financeira do Programa Leite Potiguar, finalizou toda a instrução processual para iniciar o pagamento do leite do mês de janeiro. A primeira quinzena soma R$ 1.862.032,50, correspondendo à compra de 1.025.374 litros de leite. A segunda quinzena de janeiro já soma R$ 1.318.009,50.

O diretor geral da Emater-RN, Cesar Oliveira, salienta que o pagamento de todas as quinzenas do exercício de 2015 foi colocado em dia na última quinta-feira. A segunda quinzena de dezembro, a única que ainda estava pendente, foi paga pelo Governo do Estado e somou R$ 2.006.967,60, correspondendo à compra de 1.098.074 litros de leite.
fonte do blog de angicos noticias

EMATER DE ANGICOS REUNI REPRESENTANTES DE ASSOCIAÇÕES RURAIS PARA ENTREGA DAS SEMENTES

Nesta segunda a EMATER DE ANGICOS, reuniu os representantes de associações rurais e as entidades parceiras da agricultura que são o STTR E A SECRETARIA DE AGRICULTURA, para uma reunião sobre as sementes, e logo em seguida houve a entrega das sementes, para distribuição dos agricultores de angicos.
As sementes são: MILHO, FEIJÃO E SORDO.
De acordo com as Técnicas da EMATER - BRIGIDA SAVANA E MICHELINE TORRES, AS SEMENTES já era pra ter sido entregue, mais devido o período que o estado só entrega em março, atrasou, mais ainda dar tempo, pois esperamos que ainda vai chover, para termos muita fartura de feijão, milho e sordo.

REUNIÃO COM OS AGRICULTORES

TECNICAS DA EMATER - BRIGIDA E MICHELINE

DEBATE SOBRE AS SEMENTES

Barragem de Oiticica deve ficar pronta em julho de 2017, diz governo



A barragem de Oiticica, localizada no município de Jucurutu, deve ficar pronta em julho de 2017.
A nova previsão foi repassada pelo titular da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Mairton França. Segundo ele, a data de conclusão da obra pode ser alterada se os valores repassados mensalmente pelo Ministério da Integração forem reajustados. Atualmente o ministério repassa R$ 6 milhões por mês para o estado tocar a obra.


"Desse valor R$ 2 milhões são destinados ao pagamento de indenizações das famílias desapropriadas. Os outros R$ 4 milhões são para a execução das obras. O repasse é menor do que a obra necessita para manter o ritmo adequado. Se o Ministério da Integração conseguir aumentar o valor do repasse mensal a gente consegue manter essa data de conclusão, mas se esses repasses permanecerem teremos que rever o prazo", explicou Mairton.


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fonte do blog de carlos costa

Seguro da Agricultura Familiar – SEAF


O Seguro da Agricultura Familiar – SEAF, instituído no âmbito do PROAGRO com a denominação PROAGRO-Mais, é destinado aos agricultores familiares que acessam o financiamento de custeio agrícola vinculado ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF).

O SEAF foi criado pelo Governo Federal para que o produtor possa desenvolver sua lavoura com segurança, atendendo uma antiga reivindicação da agricultura familiar por um seguro com garantia de renda.

Para viabilizar e dar sustentabilidade a essa conquista, o SEAF promove o uso de tecnologia adequada, cuidados com o manejo, recursos naturais e medidas preventivas contra adversidades agroclimáticas. O agricultor precisa estar menos exposto a riscos e ter melhores condições para plantar e colher. Essa é a base para uma agricultura familiar mais forte.

O SEAF tem passado por reformulações que visam cada vez mais atender a verdadeira necessidade do agricultor familiar no que tange a segurança da produção, contemplando os sistemas produtivos sustentáveis, como a agroecologia, os cultivos orgânicos, os sistemas agroflorestais, entre outros.
Também foi criada no SEAF uma cobertura adicional para apoiar o agricultor no pagamento de prestações de investimento do Pronaf e do Crédito Fundiário.

CULTIVARES CRIOULAS NO SEAF

As lavouras plantadas com cultivares locais, tradicionais ou crioulas podem ser seguradas no SEAF. O agricultor que utiliza sementes dessas cultivares pode contratar o seguro, observando que a cultura esteja indicada pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático para plantio no município e a cultivar esteja cadastrada na Secretaria da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário – SAF/MDA.

Veja mais informações no link http://seaf.mda.gov.br/portal/

MATERIAIS PARA DOWNLOAD

Para fazer download da apresentação sobre o SEAF Clique aqui

Cartilha SEAF Clique aqui

Diferenças entre SEAF e Garantia-Safra Clique aqui

Vantagens do Crédito Custeio Agrícola Clique aqui

Medidas para facilitar acesso ao SEAF Clique aqui

Fale com a equipe do SEAF escrevendo para seaf@mda.gov.br
fonte do blog de paulo jose

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL - STTR DE ANGICOS


                               EM  1ª  E  2ª   C O N V O C A Ç Ã O­­
                    
                               Pelo presente edital convocamos os associados deste Sindicato, quites e no gozo dos seus direitos sociais, para uma Assembléia Geral Ordinária a ser realizada em sua sede própria, sito a Rua São José, nº 236, nesta cidade, no próximo dia 12 de março do corrente ano, às 09:00 horas em primeira convocação, e às 10:00 horas em segunda e última convocação, obedecido o quorum estatutário, a fim de tomarem conhecimento a respeito da seguinte ordem do dia:
1)   Discussão e votação do Balanço Financeiro e Patrimonial relativo ao exercício de 2015;
2)   Parecer do Conselho Fiscal;  e
3)   Assuntos Gerais.
                              
Angicos/RN, 26 de Fevereiro de 2015  
                              Ivanaldo Rogério Cunha Ferreira 
- Presidente -