terça-feira, 6 de novembro de 2012

Governo prorroga Bolsa Estiagem e Garantia Safra por mais dois meses



A presidenta Dilma Rousseff disse que o governo federal vai prorrogar por mais dois meses o pagamento do Bolsa Estiagem em razão da seca prolongada na Região Nordeste e no norte de Minas Gerais.
Segundo ela, cada família beneficiada pelo programa vai receber mais duas parcelas de R$ 80, totalizando um custeio de R$ 560 e não mais de R$ 400.
Dilma destacou que os agricultores cadastrados no Garantia Safra também vão receber ajuda extra do governo federal em razão da estiagem. Serão pagas duas parcelas a mais do benefício, cada uma no valor de R$ 136.

Fonte: Magno Martins

O leite de cabra no Sertão



 Caprinos em aprisco
 Caprinos na caatinga verde

Caprinos na caatinga seca
Ordenha de uma cabra

As fotos

Nestas fotografias podemos ver um rebanho de caprinos em um aprisco, na caatinga e a ordenha de uma cabra na caatinga.

Os fatos

No Sertão do Nordeste a criação de caprinos é uma das principais atividades dos pequenos agricultores. De modo geral, cada família tem um pequeno rebanho para garantir sua renda durante todo o ano. Além da venda para consumo da carne, os agricultores vende a pele dos caprinos e utilizam o leite para consumo e produção de queijos. A região semiárida do Nordeste detém 94% do rebanho de 13 milhões de cabeças de caprinos do Brasil. Sendo do estado da Bahia o maior rebanho. Embora esse rebanho já apresente um percentual significativo de animais com melhoramento genético, a maior parte dos rebanhos é constituída por animais SRD (Sem Raça Definida) onde se percebe a predominância de sistemas de criação caracterizados por baixos  índices zootécnicos. O destino da maior parte do rebanho nordestino é o abate para consumo da carne, contudo, em algumas comunidades a produção de leite é uma atividade geradora de renda, principalmente com a produção de queijos artesanais. Uma das vantagens comparativas do leite de cabra da caatinga é a vegetação consumida pelos animais.  Assim, mesmo no momento de seca que ocorre na região semiárida do Nordeste, algumas famílias ainda conseguem obter leite de cabra.

fonte do blog fatos e fotos da caatinga

Linha de crédito emergencial libera R$ 656 milhões, pelo Pronaf, para regiões Norte e Nordeste


Linha de crédito emergencial libera R$ 656 milhões, pelo Pronaf, para regiões Norte e Nordeste

Passa de R$ 1 bilhão o valor contratado pela linha de crédito emergencial criada em maio para atender os atingidos pela seca nas regiões Norte  e Nordeste – para os setores de agricultura, comércio, serviços e indústria. Desse total, o maior volume foi contratado por agricultores familiares, pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O Pronaf é responsável por mais de 65% do valor financiado, com o total de R$ 656,2 milhões em operações contratadas. 
“É um volume significativo de recursos que impacta diretamente no custeio pecuário e nas ações estruturantes das propriedades rurais atingidas pela seca. O recurso possibilita aos agricultores familiares investirem nessa fase para que possam se adequar e sentir menos os efeitos da estiagem”, explica o secretário da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA), Valter Biachini. 
Na Região Norte, os estados do Acre e Amazonas foram os que mais contrataram operações de financiamento no crédito emergencial como um todo, com cerca de 45 mil contratos no Acre e 52 mil no Amazonas. No Nordeste, Bahia, Ceará e Pernambuco têm o maior volume de contratos, com mais de 29 mil na Bahia e mais de 22 mil nos outros dois estados. 
Ibicoara (BA) 
O agricultor Damião Rodrigues dos Santos, 49 anos, do município de Ibicoara (BA) acessou a linha de crédito emergencial no dia 5 de junho deste ano, com um contrato de R$ 11.949,30. Ele conta que seu financiamento pelo Mais Alimentos estava em dia, mas ele e a família previam que, em 2013, não poderiam pagar a última parcela do financiamento. "Eu achava que não ia dar conta de pagar por causa da seca que prejudicou a gente, então essa linha de emergência foi muito importante", descreve Damião. "Agora, eu tenho certeza que vou pagar a última parcela, em 2013, e mantenho meu crédito no banco. O crédito é a forma de manter a lavoura da gente", diz o agricultor baiano. 
Damião vive com a mulher, de 45 anos, e dois filhos, de 21 e 23 anos. A família produz café, feijão, milho, mandioca, banana e maracujá, em uma área de quatro hectares na Fazenda Aranquã, zona rural, em Ibicoara. A cultura mais atingida pela seca do final de 2011 e início de 2012 foi a do café, que ocupa três hectares de área plantada. As lavouras que deram menos prejuízo foram as de maracujá e banana – frutas que Damião vende para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). 
Em 2008, a família Santos acessou o Mais Alimentos para investir na produção (adubação, colheita, limpeza) e, já em 2010, teve dificuldades para pagar as parcelas devido à seca que afetou a produção. Em 2012, a seca voltou a abalar a produção da família. 
Beneficiados Os agricultores familiares enquadrados no Pronaf e afetados pela estiagem na área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) contam com a linha de crédito especial desde o dia 8 de maio. A medida atende os municípios onde foi decretada situação de emergência ou estado de calamidade pública, pelo Ministério da Integração Nacional, a partir de 1º de dezembro de 2011. Atualmente, 1.250 municípios dos dez estados do Nordeste têm operações contratadas – de um total de 1.379 municípios que decretaram situação de emergência. 
O crédito vale para os agricultores familiares adimplentes que desejam realizar operações de investimento e pode ser solicitado até o dia 30 de dezembro deste ano. O limite é de R$ 12 mil por agricultor, com prazo de pagamento até dez anos, três anos de carência e taxa de juros de 1% ao ano. O agricultor que pagar suas parcelas de financiamento em dia terá um bônus de desconto de 40% sobre as parcelas. 
Para os agricultores enquadrados no Grupo B do Pronaf, cuja renda familiar anual é até R$ 6 mil, o limite de crédito é R$ 2,5 mil, com as mesmas condições. 
fonte do MDA

domingo, 4 de novembro de 2012

Seca faz governo prorrogar campanha de vacinação contra aftosa

A Secretaria de Estado da Agricultura da Pecuária e da Pesca do Rio Grande do Norte (SAPE) informa que de acordo com a Nota Técnica do Departamento de Saúde Animal (DSA), foi autorizada a prorrogação da 2ª Etapa de Vacinação contra febre aftosa, em função da forte estiagem que está atingindo a Região Nordeste.
De acordo com o novo cronograma de vacinação, o criador poderá adquirir a vacina contra febre aftosa nas revendas agropecuárias autorizadas pelo IDIARN no período de 01 de novembro de 2012 a 30 de dezembro de 2012, e fazer a declaração da vacinação até o dia 15 de janeiro de 2013. 
Com a segunda fase da vacinação o órgão acredita que a ameaça da aftosa será extirpada com mais eficácia. A Secretaria também afirma que os índices de vacinação devem chegar a 80%, do rebanho, possibilitando ao RN o reconhecimento de área livre de febre aftosa, através do inquérito soroepidemiológico já iniciado no Estado.
fonte do blog do assis silva

Barragem Armando Ribeiro está com 58% de sua capacidade


Em levantamento de informações feito pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH), aponta que os principais reservatórios usados para abastecimento no Oeste do Rio Grande do Norte estão com menos de 60% de sua capacidade.

O ponto mais crítico é a Barragem de Pau dos Ferros, que está com apenas 29,24% de sua capacidade de armazenamento de 56 milhões de metros cúbicos de água. Este reservatório abastece a cidade de Pau dos Ferros, de 27 mil habitantes e população circulante de 10 mil.

Se tiver água, é da Barragem de Pau dos Ferros que várias outras cidades da região do Alto Oeste serão abastecidas através da segunda etapa do Sistema Adutor do Alto Oeste. A primeira etapa coletará água da Barragem de Santa Cruz, em Apodi.

Este reservatório, que tem capacidade de armazenar até 600 milhões de metros cúbicos de água, está 66,16% de sua capacidade. Atualmente só é usado para a piscicultura e se prepara para irrigar a Chapada do Apodi, além da primeira etapa do Sistema Adutor do Alto Oeste.

Em situação mais confortável está a Barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, na região do Vale do Açu, que armazena até 2,4 bilhões de metros cúbicos de água e abastece mais de 40 cidades da região, inclusive 35% da cidade de Mossoró através de adutora.
Além de abastecer mais de 500 mil habitantes, este reservatório de tem 60 km de extensão, também é responsável por manter perene trecho do rio Piranhas/Açu que proporciona irrigação de uma área aproximada a 30 mil hectares no Vale do Açu.

A barragem Armando Ribeiro está com 58,72% de sua capacidade total.

O volume acumulado na barragem Armando Ribeiro Gonçalves, com sangradouro no município de Itajá, é de 1,4 bilhão de metros cúbicos. Esse volume é o menor nos últimos cinco anos para o mesmo período. Em 2008 era de 89,91%, 2009 de 91,07%, 2010 de 70,47% e 2011 de 88,63%.

Monitoramento realizado no dia 1º de novembro pela SEMARH.
fonte:defato.com

Falta de chuva e de políticas públicas fazem o preço do feijão e do milho dobrar no RN

Na Tribuna do Norte - O consumidor do Rio Grande do Norte tem sentido as oscilações nos preços de produtos agropecuários. Em alguns casos, como o feijão, milho e o mel de abelha, o valor chegou a variar 50% ou mesmo a dobrar de um ano para o outro. As causas do aumento vão além de fatores climáticos, como a seca deste ano - considerada a pior das últimas três décadas.

De acordo com analistas, a falta de políticas de incentivo ao pequeno e micro produtor, o aumento da carga tributária e mesmo a importação de mercadorias de outros estados para atender o consumo interno - devido ao encolhimento da safra agrícola - tem contribuído para encarecer a mesa do potiguar.
O Rio Grande do Norte desponta em último lugar entre os estados nordestinos e em 22º no país em participação agrícola, com 0,5% da produção nacional. Os dados são da Produção Agrícola Municipal de 2011 (PAM/2011), estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado na última semana.
O baixo desempenho, explica o analista do IBGE Ivanilton Passos de Oliveira, está atrelado à queda histórica na produção, sobretudo de grãos, devido a falta de políticas públicas que fixem o agricultor ao campo. "Estamos em região de semiárido e não vemos incentivos, estímulo para plantar e escoar mercadoria, exceto pela fruticultura irrigada. Se houver mercado e condições para o plantio, o agricultor vai plantar", frisa.
Fonte: Tribuna
materia do blog de robson cabugi

Estratégias de agricultores do semiárido para resistir à seca serão mapeadas a partir de 2013

Estratégias inovadoras, adotadas por pequenos agricultores para enfrentar os impactos da estiagem e das inundações no Semiárido brasileiro, serão mapeadas e catalogadas a partir do ano que vem. A ideia do projeto é entender como essas práticas sustentáveis têm impacto nos sistemas de produção e na qualidade de vida das populações locais...
 
fonte do blog de santana do matos verdade

O Nordeste tem a pior seca dos últimos 50 anos

A seca no semiárido nordestino é gravíssima. Segundo dados da Secretaria Nacional de Defesa Civil, são 1.171 municípios em situação de emergência por conta da prolongada estiagem na região. Em alguns casos, há regiões onde não cai chuva há mais de um ano. Muitos municípios nordestinos estão enfrentando colapso no abastecimento de água, e cresce...
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Estado terá R$ 150 milhões do PAC Seca

 

A política governamental estadual à área rural do Rio Grande do Norte, segundo a governadora Rosalba Ciarlini, se volta para garantir melhores condições de vida às famílias que vivem no campo. Diante da seca que se instalou no Estado, disse que o Governo do Estado investiu R$ 3 milhões na compra de forragem para atender o pequeno criador. “A forragem atenderá o criador que tem até dez cabeças de gado e até 35 cabeças de ovino e caprino. É pouco, e já levei a questão ao Ministério da Agricultura para que possamos ampliar e chegar a todos. Começamos com R$ 3 milhões e daremos continuidade”, afirmou.

Além dessa medida emergencial feita com recursos próprios, a governadora afirmou que recebeu ligação telefônica da presidenta Dilma Rousseff, que comunicou que no dia 9 de novembro, em Salvador/BA, haverá assinatura do PAC Seca (Programa de Aceleração do Crescimento voltado à seca do Nordeste), cujo objetivo é atender os Estados que enfrentam problemas relacionados à estiagem.
A governadora informou que já conseguiu R$ 150 milhões do PAC Seca, e também levou outros projetos para análise do Ministério da Integração Nacional, relacionados ao programa de adutoras do RN, e obteve resposta positiva. “Consegui mais uma adutora saindo da Barragem de Santa Cruz para a zona rural de Apodi. 22 comunidades rurais serão atendidas e isso será um benefício inestimável”, comentou.

Rosalba também disse que obteve a garantia da construção da barragem de Sussuarana, de Umarizeiro e a que fica perto de Alto do Rodrigues, no Vale do Açu, para dar segurança aos carcinicultores. “São mais R$ 100 milhões em obras. As regiões do Seridó e Oeste são as mais secas, mas temos ações fundamentais ao Trairi e Agreste, como reforço à adutora Monsenhor Expedito”.

“São ações estruturantes. Temos 200 poços que estão sendo equipados. Barragens subterrâneas, cerca de 600 já construídas. São estruturas importantes porque já dá para aproveitar onde existe água e também já estruturando para que possa acomodar água nas primeiras chuvas. A nossa meta 2 mil barragens. Vamos universalizar as cisternas para completar todas as casas. Estamos com 2.800 já avançadas e com cobertura avançada no Seridó. No total, são 17 mil cisternas. É um trabalho importante. Nossa meta é, ao final do nosso mandato, aposentar de vez o carro-pipa”, afirmou a governadora Rosalba Ciarlini.
Fonte: Gazeta do Oeste.
materia do blog de paulo jose

Fato do momento em que passa o semiárido brasileiro, onde somos prioridades nessa questão?

Não que sejamos contra, a realizações da festas e o maior evento do esporte mundial, no caso da copa do mundo, mas venhamos e convenhamos, e vamos combinar, porque quando se trata desses dois exemplos mencionados na imagem, de todo jeito os nossos governantes dão um jeito e arrumam dinheiro para tudo?

Mas quando vamos discuti a ilustração principal da imagem ai o bicho pega, não tem dinheiro, quando diz quem tem demora a ser liberado pra danado, quando diz ta liberado, tudo emperra na burocracia quando deveria ser uma situação de emergência e de emergência não tem nada, porque na prática são as mesma exigência de qualquer período, em fim, essa ainda é a cara do Brasil, mesmo considerando alguns avanços importantes nos últimos anos.

Ressaltando mais uma vez, não somos contra a realização dois eventos, ou outros que devam acontecer até porque em muitas regiões se reflete a momentos culturais e etc. Agora o que queremos trazer para o debate é como são tratados as ordens das prioridades das ações de nossos governos frente a determinados momentos, a exemplo deste ano que vivemos umas das piores estiagem da história do semiárido brasileiro e até agora as ações a quais foram anunciadas não surtiram os efeitos desejados por falta de sensibilidade de se entender como diria uma amiga nossa, o como fazer, e esse como fazer diante do momento que enfrentamos precisa -se da sensibilidade para compreender com muito responsabilidade as dificuldades de nossos agricultores e principalmente aqueles que também são criadores familiares.
fonte do blog de jocelino dantas

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

AFONSO BEZERRA terá POSTO para distribuição de Forragem

Imagem Interna
A distribuição de forragens para os agricultores familiares do Rio Grande do Norte, criadores de animais dos tipos bovino, caprino e ovino teve início no dia 26 de outubro. A ação faz parte do conjunto de estratégias de convivência com a estiagem e contemplará 18 municípios do estado, começando por Parelhas.
A partir desta segunda-feira (29), serão beneficiados os produtores de Caicó e Mossoró. Os municípios restantes terão as datas definidas em seguida, com distribuição através dos seguintes postos: Assu, São Paulo do Potengi, Umarizal, Serrinha, Santa Cruz, Currais Novos, Pau dos Ferros, João Câmara, Afonso Bezerra, Caraúbas, Florânia, Frutuoso Gomes, Lajes, Passa e Fica e São Tomé.

O "Plano de Trabalho para Ações de Socorro, Assistência e Restabelecimento" beneficiará, no prazo de 90 dias, cerca de 3.400 criadores de até 10 cabeças de gado bovino ou de até 35 cabeças de ovinos e caprinos, selecionados com base no cadastro da Conab.

Os recursos para agilizar essa fase do plano é da ordem de R$ 2.599.984,00, procedentes de parceria entre o Ministério da Integração Nacional, Secretaria Nacional da Defesa Civil, Governo do Estado (através da Secretaria da Agricultura, da Pecuária e da Pesca), Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania, Coordenadoria Estadual de Defesa Civil. A execução das atividades será de responsabilidade da Emater-RN.

Metas - Segundo Ronaldo Cruz, o plano consiste de três metas básicas: aquisição de 7.878 toneladas de forragem, preferencialmente de milho ou sorgo, para alimentação do rebanho dos agricultores familiares nos municípios em situação de emergência, em consequência da estiagem; fornecimento de água potável através de carros-pipa e recuperação de sistemas para o fornecimento de água.

O diretor geral da Emater-RN ressalta que os postos de distribuição de forragem aos agricultores familiares serão coordenados pelos escritórios regionais da instituição.

Distribuição será feita de acordo com o tamanho dor rebanho

Os pequenos produtores cadastrados receberão a forragem da seguinte forma: cinco quilos por dia por cabeça de gado bovino para os que tiverem até 10 animais no seu rebanho ou um quilo por dia por cabeça de caprino e ovino até o limite de 35 cabeças.

Ampliação - A ação, que será iniciada amanhã no Rio Grande do Norte, em breve será ampliada. A governadora Rosalba Ciarlini e o secretário Betinho Rosado reuniram-se na última terça-feira, dia 23, com o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, com o objetivo de pedir o reforço na distribuição de forragem para alimentação do rebanho. O pedido foi prontamente atendido e o nível de sua ampliação será estudado.

O secretário Betinho Rosado enfatizou que o número de agricultores familiares poderia ser ampliado. Por isso, determinou que a Emater-RN atendesse, com o programa, os pequenos produtores de todas as regiões do Estado.


Fonte: Jornal de Fato
materia do blog nossa terra

Termo de Cooperação de sementes da Embrapa para o Brasil Sem Miséria é prorrogado


Mais de 93 mil agricultores atendidos pelo Plano Brasil Sem Miséria (PBSM) receberão sementes de milho, feijão e hortaliças por meio de um Termo de Cooperação entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O aditivo (que prorroga o Termo de Cooperação) foi publicado nesta quinta-feira (1º), no Diário Oficial da União. O valor do termo aditivo é de R$ 3,7 milhões.
A Embrapa vai colocar à disposição do MDA o total de 494 toneladas de sementes de milho, 381 toneladas de sementes de feijão-caupi e kits com nove sementes de hortaliças para 93.400 agricultores familiares em extrema pobreza. A distribuição de sementes seguirá o calendário de plantio de cada região. Os beneficiados são dos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.
O total distribuído com os dois termos é de 934 toneladas de sementes de milho e 467 toneladas de sementes de feijão-caupi.
Tecnologias O secretário de Agricultura Familiar do MDA, Valter Bianchini, explica que o acesso a tecnologias como a semente melhorada, é fundamental. “Para isso, estamos em um convênio que deve ser ampliado no próximo ano com a Embrapa, para que essas sementes cheguem aos agricultores", diz o secretário. "Além dessa prorrogação, estamos trabalhando para ampliar nossos recursos e incrementar a utilização de sementes e mudas melhoradas por meio da pesquisa da Embrapa em nossos diferentes biomas", reforça Bianchini.
As sementes distribuídas foram testadas e indicadas pela pesquisa por sua produtividade, resistência a doenças e pragas e adaptação às condições climáticas. Como são de alta qualidade, resultam em maior produtividade do cultivo. Com elas, serão fornecidos material informativo sobre plantio, manejo e colheita das espécies a serem plantadas.
O feijão-caupi é também conhecido como feijão-macassar ou feijão de corda. A maior produção concentra-se no Nordeste, com 84% da área plantada e 68% da produção nacional

I SEMINARIO DE CONVIVENCIA COM O SEMIARIDO



VIII EnconASA será lançado em Montes Claros


 
Foto: google imagens
 
 
A Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA) realiza na próxima terça-feira (13) um evento de lançamento do VIII Encontro Nacional da ASA (EnconASA) para a imprensa, no Solar dos Sertões, na cidade de Montes Claros, Norte de Minas Gerais, a partir das 19h. Apresentação cultural e falas de representantes da ASA e de agricultores e agricultoras da região farão parte da programação.
O lançamento contará ainda com a presença de representantes da coordenação da ASA Minas Gerais, que vão falar sobre o Encontro Nacional enquanto um espaço político da ASA, que contribui para a melhoria da vida das famílias agricultoras no Semiárido, e fortalece a sociedade civil na concretização das políticas públicas que promovem o desenvolvimento econômico, político e social na região.
“Escolhemos Montes Claros por ser uma cidade polo, de maior população na região, que evidencia, a partir da sua composição, com faculdades, universidades e veículos de comunicação, um polo irradiador de notícias para a região”, explica a coordenadora executiva da ASA Minas, Leninha Alves de Souza. De acordo com a coordenadora, o lançamento contará com uma feira de produtos da agricultura familiar em exposição e disponíveis para comercialização.

O evento de lançamento também destacará a atuação da ASA junto às famílias de agricultores e agricultoras do Semiárido brasileiro, o Programa de Formação e Mobilização Social para a Convivência com o Semiárido, que se divide em dois projetos:  Um Milhão de Cisternas (P1MC) e  Uma Terra e Duas Águas (P1+2). Juntos, esses programas mudaram a vida de mais de 2 milhões de pessoas em todo o Semiárido, sendo 15 mil em Minas Gerais.

VIII EnconASA – O Encontro Nacional da ASA ocorrerá de 19 a 23 de novembro, no SESC de Januária, Minas Gerais. Realizado a cada dois anos, promove um intercâmbio de conhecimentos e valores entre as populações difusas que lutam para construir um Semiárido com acesso à água, à terra e a uma vida digna.
Com o tema Trajetórias de luta e resistência para a superação da pobreza e construção da cidadania, o VIII EnconASA fará uma reflexão sobre o atual modelo de desenvolvimento, a partir das trajetórias de luta e resistência dos territórios de atuação da ASA, na perspectiva da construção de um projeto de desenvolvimento sustentável, que supere a pobreza e promova a cidadania.
Mais informações sobre o evento poderão ser acessadas através do site do VIII EnconASA e das redes sociais. Basta clicar no endereço eletrônico: www.oitavoenconasa.org.br, ou através do Facebook/articulaconosemiarido.

Serviço:
O que? Lançamento do VIII EnconASA
Quando? Terça-feira, dia 13 de novembro, às 19h
Onde? Solar dos Sertões, Montes Claros, Minas Gerais

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Termo de Cooperação de sementes da Embrapa para o Brasil Sem Miséria é prorrogado
Foto: Ascom/MDA
Termo de Cooperação de sementes da Embrapa para o Brasil Sem Miséria é prorrogado

Mais de 93 mil agricultores atendidos pelo Plano Brasil Sem Miséria (PBSM) receberão sementes de milho, feijão e hortaliças por meio de um Termo de Cooperação entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O aditivo (que prorroga o Termo de Cooperação) foi publicado nesta quinta-feira (1º), no Diário Oficial da União. O valor do termo aditivo é de R$ 3,7 milhões.
A Embrapa vai colocar à disposição do MDA o total de 494 toneladas de sementes de milho, 381 toneladas de sementes de feijão-caupi e kits com nove sementes de hortaliças para 93.400 agricultores familiares em extrema pobreza. A distribuição de sementes seguirá o calendário de plantio de cada região. Os beneficiados são dos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.
O total distribuído com os dois termos é de 934 toneladas de sementes de milho e 467 toneladas de sementes de feijão-caupi.
Tecnologias O secretário de Agricultura Familiar do MDA, Valter Bianchini, explica que o acesso a tecnologias como a semente melhorada, é fundamental. “Para isso, estamos em um convênio que deve ser ampliado no próximo ano com a Embrapa, para que essas sementes cheguem aos agricultores", diz o secretário. "Além dessa prorrogação, estamos trabalhando para ampliar nossos recursos e incrementar a utilização de sementes e mudas melhoradas por meio da pesquisa da Embrapa em nossos diferentes biomas", reforça Bianchini.
As sementes distribuídas foram testadas e indicadas pela pesquisa por sua produtividade, resistência a doenças e pragas e adaptação às condições climáticas. Como são de alta qualidade, resultam em maior produtividade do cultivo. Com elas, serão fornecidos material informativo sobre plantio, manejo e colheita das espécies a serem plantadas.
O feijão-caupi é também conhecido como feijão-macassar ou feijão de corda. A maior produção concentra-se no Nordeste, com 84% da área plantada e 68% da produção nacional.