sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

MENSAGEM NATALINA - STTR DE ANGICOS


   Este é um tempo de festa, presentes, alegrias, amor e imensas luzes brilhando, gigantes árvores ornamentando as cidades, mas também é uma excelente oportunidade de revermos nossos valores, conceitos, relacionamentos, forma de convivência familiar, na escola, no trabalho, na Igreja, onde quer que estejamos, Jesus foi incluído em nossa vida, ele o Emanuel, que quer dizer: Deus Conosco. Seu nascimento trouxe paz e vida para este mundo perdido, onde  muitas vezes somos excluídos, descriminados, ignorados, Cristo nos dá vida interna e proporciona nossa inclusão no céu, somos Cidadãos do Céu, quão grande privilégio Cristo nos deu. Neste natal e todos os dias do Ano Novo que se aproxima busque uma vida simples, de contentamento e equilíbrio, e não o luxo, os troféus deste mundo, devemos viver com aquilo que Deus nos tem dado, não esquecendo de ajudar outros que precisam. Lembre-se de que: Por meio de Jesus, somos incluídos no Reino de Deus. Não desperdicemos as preciosidades que o Senhor nos revelará deixando que tudo atravesse de um ouvido ao outro, não somente ouvir, se empolgar, se maravilhar, mas viver e praticar atos bons e ações que frutifiquem e amadureçam nossa fé e espiritualidade. Isso sim, é celebrar e viver verdadeiramente o Natal e o Ano Novo  de 2018. O salvador veio ao mundo! O mundo precisa saber que ele veio e ainda vive.
     Que a realidade do nascimento de Jesus, nos leve a um compromisso sério com ele. Que através do conhecimento de que Jesus veio ao mundo, possamos buscar um relacionamento estreito com ele, e quando essa experiência se torna real e pura todas as discussões e opiniões acabam e os testemunhos falam mais alto. Assim, nesse sentimento de busca, aproximação e relacionamento puro, saudável e verdadeiro, possamos celebrar um feliz natal e um próspero Ano Novo, repleto de paz, amor, harmonia, respeito mútio e amizades sinceras.

    São os sinceros votos de IVANALDO ROGERIO CUNHA FERREIRA e todos que fazem o Sindicato dos Trabalhadores Rurais agricultores e agricultora Familiares  de Angicos/RN.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

CONVITE PARA A REUNIÃO DO STTR DIA 16/12/2017

Pressão popular adia votação de “reforma” da previdência






FOTO: Comunicação CONTAG- Fabrício Martins


"Se votar, NÃO VOLTA" 

A pressão popular realizada pela CONTAG, Federações, Sindicatos, CUT, CTB, entre outras entidades sociais e sindicais do campo e da cidade, provocaram o adiamento da votação da proposta de reforma da previdência, para fevereiro de 2018. 

O anúncio do adiamento foi feito na tarde desta quarta-feira (13), pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), através de nota divulgada por sua assessoria de imprensa. A decisão foi tomada depois de acordo firmado entre os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o governo federal.

Desde que foi anunciada a “reforma” da previdência, a CONTAG sempre se posicionou contrária a proposta do governo ilegítimo, pois ela prejudica os agricultores(as) familiares e os assalariados(as) rurais, comprometendo suas aposentadorias e o futuro dos povos do campo, florestas e águas.

Nos últimos dias, através de várias ações na Câmara dos Deputados e em todo o Brasil, o Movimento Sindical denunciou que o governo continua enganando a sociedade com o discurso demagógico de que não vai alterar as regras da previdência rural.

“Consideramos o adiamento da votação da reforma da previdência uma importante vitória da classe trabalhadora brasileira, que mesmo diante de um governo que comprometeu R$ 43,2 bilhões, dos quais R$ 100 milhões foram para campanha publicitária, ainda sim, não conseguiu a contabilidade de votos do Planalto para aprovar a reforma da Previdência. Portanto, companheiros e companheiras, vamos seguir afirmando ainda mais a nossa luta e resistência contra os interesses do capital nacional e internacional que estão por trás dessa "proposta" de reforma mentirosa, de um governo ilegítimo. Vamos juntos, em 2018, ainda mais firmes, em defesa da nossa aposentadoria rural e de todos os nossos direitos previdenciários. E para você deputado(a), fica o nosso recado: se votar a favor do governo, NÃO VOLTA em 2018". Aristides Santos, presidente da CONTAG. 


A PROPOSTA AFETA SIM, OS TRABALHADORES E TRABALHADORAS RURAIS. ENTENDA POR QUE:

É verdade que os trabalhadores rurais estão fora da reforma da previdência?

R: Não. Pelo contrário, a nova proposta de reforma afeta os agricultores familiares e os assalariados rurais. Se for aprovada, a maioria dos trabalhadores rurais não conseguirá se aposentar no futuro. 

O que muda em relação à idade de aposentadoria dos trabalhadores(as) rurais?

R: O governo propõe alterar o texto constitucional (art. 201, § 7º, inciso II) suprimindo a expressão “trabalhadores rurais”. Isso significa que não haverá mais a garantia na redução da idade de aposentadoria, de forma equivalente, para os assalariados rurais e agricultores familiares. Para o governo, os assalariados rurais (cortadores de cana, diaristas comumente denominados boias-frias), deverão se aposentar com a mesma idade dos trabalhadores urbanos (65 anos, se homem, e 62 anos, se mulher). Esses trabalhadores, que já são excluídos do acesso à aposentadoria devido ao trabalho informal, com a elevação da idade, terão ainda mais dificuldades de se aposentar devido ao trabalho penoso que exercem diuturnamente debaixo de sol e chuva, que lhes esgota prematuramente a capacidade laboral.
Já a redação dada ao § 15, art. 201, da CF, propõe a elevação da idade, tanto dos agricultores familiares quanto dos assalariados rurais, mediante regulação em lei ordinária sempre que a expectativa de sobrevida da população aumentar em um número inteiro. Ora, nem sempre o aumento na expectativa de vida significa manutenção da plena capacidade de trabalho.

Como a reforma afeta ainda os agricultores familiares, caracterizados como segurados especiais?

R: O governo propõe alterar a redação do inciso II, § 7º, do art. 201 da Constituição, criando uma regra autoaplicável, que exigirá do agricultor familiar/ segurado especial a idade mínima de aposentadoria (60 anos, se homem, e 55 anos, se mulher) e mais 15 anos de contribuição. 

Embora esteja mantida para os agricultores familiares a regra de contribuição com base na venda da produção rural (art. 195, § 8º da CF), fica claro que se não houver o recolhimento da contribuição, o agricultor familiar não terá acesso à aposentadoria. Não há garantia de se preservar o direito à aposentadoria do agricultor em caso de ausência de contribuição em decorrência da perda da produção rural. Tampouco, se reconhece que a contribuição sobre a venda da produção beneficia todos os membros do grupo familiar.

Qual a razão para interpretar que os agricultores familiares / segurados especiais terão que contribuir mensalmente para a previdência, podendo ainda entrar na regra de transição que prevê o aumento da idade de aposentadoria?

R: A redação dada ao inciso II, § 7º, do art. 201 da Constituição precisa ser interpretada em harmonia com o artigo 10, incisos I e II e parágrafos 1º, 2º e 3º da Emenda Aglutinativa.

O artigo 10 reserva aos “trabalhadores rurais” (incluídos os agricultores familiares/ segurados especiais), filiados ao RGPS até a publicação da Emenda Constitucional, o direito de opção pelas regras de aposentadoria previstas no art. 201, § 7º, inciso II (comprovação da idade e de 15 anos de contribuição) ou pelas regras a que o próprio art. 10 estabelece. 

Pelo disposto nos incisos I e II, do art. 10, o acesso à aposentadoria exigirá, cumulativamente, dois critérios: idade mínima; e 180 (cento e oitenta) contribuições mensais. Essa exigência para os agricultores familiares se aposentarem é clara, principalmente quando se lê atentamente o parágrafo 1º do mesmo artigo 10. 

Pelo citado parágrafo, a redução do limite de idade somente se aplica ao segurado que “cumprir o requisito referido no inciso II” (no caso, cento e oitenta contribuições mensais) integralmente em atividade rural. O texto não diz que o segurado terá que comprovar a atividade rural pelo período equivalente à carência exigida - 180 contribuições mensais. Comprová-la passa a ser um requisito exigido para garantir apenas a redução na idade da aposentadoria e não mais uma garantia de acesso à aposentadoria como é atualmente. 

O parágrafo 2º do art. 10 estabelece uma regra de transição a ser aplicada, a partir de janeiro de 2020, para o aumento na idade de aposentadoria que atinge diretamente os assalariados rurais. Essa poderá ser aplicada aos agricultores familiares caso não consigam preencher os requisitos de contribuição e de atividade rural para acesso à aposentadoria.

Já o parágrafo 3º do art. 10 prevê que a utilização de tempo de atividade sem recolhimento de contribuição limitará o benefício ao valor de um salário mínimo e que somente garantirá a redução do limite de idade da aposentadoria se o agricultor familiar/ segurado especial comprovar que, pelo menos nos últimos 03 (três) anos anteriores ao requerimento do benefício, esteja exercendo a atividade rural. Em princípio, não há objeção a esse parágrafo. O problema é saber como o mesmo será aplicado na prática, quando interpretado à luz do disposto nos incisos I e II e parágrafo 1º do mesmo artigo 10.

Por fim, é de se ponderar o seguinte: se as regras previstas no art. 10 da Emenda Aglutinativa, a serem aplicadas aos agricultores familiares/ segurados especiais já filiados ao Regime, por si só geram incertezas quanto ao acesso à aposentadoria, o que dizer então da aplicação da regra prevista no inciso II, § 7º, do art. 201 da Constituição, caso o agricultor opte pela mesma para acesso à aposentadoria? 

Por isso, a CONTAG reafirma que a proposta de reforma da previdência defendida pelo governo afeta os trabalhadores e trabalhadoras rurais e os exclui, não do texto da reforma, mas sim dos seus direitos.


NÃO É JUSTO impedir o acesso à aposentadoria PARA QUEM COMEÇA A TRABALHAR MAIS CEDO E SÓ GANHA UM SALÁRIO MÍNIMO.
FONTE: Comunicação CONTAG- Barack Fernandes

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

RN: EMPARN AFIRMA BOAS CHUVAS A PARTIR DO DIA 15 DESTE MÊS





A equação meteorológica que assegura maior probabilidade de um período chuvoso em 2018 no Rio Grande do Norte é complexa, e depende de uma combinação de fatores como aquecimento das águas e pouco vento na porção sul do

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fonte do blog de fernando a verdade

CONTAG, FETARN E POLO SINDICAL CENTRAL SE REÚNEM COM GERENCIA ESTADUAL DO BRADESCO


A CONTAG, FETARN e Polo Sindical Central, se reuniram na tarde desta quarta feira (06) com o Chefe Executivo Regional do Banco do Bradesco em Natal, para discutir e encaminhar decisões sobre a melhoria no atendimento aos aposentados e pensionistas.
Na reunião se fizeram presentes: Manoel Cândido da Costa (Presidente da FETARN), Gilberto Silva (Assessor da CONTAG), Francisco de Assis (Secretário Geral da FETARN), Gabriela Evangelista (Coordenadora do Polo Central) e Marcone Aurélio (Presidente do STR de Pedro Avelino).
Na oportunidade foram apresentadas reclamações sobre a falta de logística para o atendimento digno aos aposentados e pensionistas, que estão se deslocando para outros municípios, gastando com passagens e alimento no decorrer da viagem.
Também foram feitas reclamações sobre a falta dos cartões de pagamento de benefícios previdenciários, que inclusive estão sendo substituídos por cartões de conta corrente, o que gera cobrança de taxas para os aposentados e aposentadas.
No momento foi discutido também, sobre o comportamento de alguns correspondentes bancários, que estão incentivando os aposentados e pensionistas a desautorizarem o desconto das suas mensalidades no STR.
Após receber as reclamações a Gerencia do Banco do Bradesco, através de Cesar e Gilson se comprometeram em averiguar caso a caso e tomar as devidas providencias em relação a tais comportamentos.
Sobre o atendimento ao público ficou garantido que nos próximos dias estarão sendo inauguradas as agencias Bradesco em Pedro Avelino e Afonso Bezerra, com atendimento diferenciado ao público, inclusive com caixas eletrônicos funcionando de forma integral.

FETARN, CONTAG, POLO CENTRAL SE REUNE COM BANCO DO  BRADESCO EM NATAL

EM REUNIÃO

PRESIDENTE DA FETARN - MANOEL CANDIDO

DEBATE

EM DEFESA DOS SEGURADOS ESPECIAS

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Um dia de mobilização, luta e resistência, contra a proposta da “reforma” da previdência






O dia 05 de dezembro foi marcado por uma ampla mobilização com vários atos em todo o Brasil, contra a PEC 287/2016, que acaba com o direito à aposentadoria dos trabalhadores(as) brasileiros(as).



Em defesa da aposentadoria dos(as) rurais, a CONTAG, Federações e Sindicatos estiveram participando com as Centrais Sindicais de Atos em todo o País.



Na Câmara dos Deputados, a CONTAG através do seu presidente Aristides Santos, e com as contribuições da secretária de Terceira Idade Josefa Rita da Silva, de dirigentes das 27 Federações, e do assessor de Políticas Sociais da Confederação Evandro Morello, participou do Seminário da Frente Parlamentar em Defesa da Previdência Social Rural, onde foi debatido: “A Previdência Rural na nova proposta de Reforma do Governo: avanço ou retrocesso?



Também contribuiu com o debate, a presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP) Jane Berwanger, que trouxe várias considerações sobre os assalariados(as) rurais e os agricultores(as) familiares na emenda aglutinativa global. O Seminário que contou com a presença de vários parlamentares foi coordenado pelo deputado Bohn Gass (PT-RS). 



Em suas falas, os(as) representantes da CONTAG foram incisivos em afirmar que o governo mente, pois na proposta continua o aumento da idade de aposentadoria para os trabalhadores(as) do campo, sobretudo para os assalariados(as) rurais, e que exigirá a contribuição previdenciária mensal e para cada membro da família agricultora.



O presidente da CONTAG, fez a defesa dos(as) rurais, afirmando a manutenção da contribuição previdenciária dos agricultores familiares com base na venda da produção, beneficiando a família, conforme determina o artigo 195, § 8º, da Constituição Federal; aposentadoria dos trabalhadores e trabalhadoras rurais aos 60 anos para homens e 55 para mulheres; e a manutenção explícita da comprovação de atividade rural para o acesso aos benefícios previdenciários rurais.

A equipe da CONTAG ainda esteve conversando com o líder do governo Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), e os deputados Jerônimo Goergen (PP-RS) e Heitor Schuch (PSB-RS). Após o diálogo foi encaminhado a realização de uma conversa entre as equipes técnicas do gabinete do líder do governo e a equipe da CONTAG sobre os rurais na emenda aglutinativa – PEC 287-A/2016. 

Durante toda reunião, Aguinaldo Ribeiro reafirmou que tinha compreendido que os rurais estariam fora da “reforma” da presidência. Mas, se ainda estão dentro da emenda aglutinativa, pode sair uma proposta de alteração do texto. 

CONVOCAÇÃO/ ATOS DIAS 11 e 12 de DEZEMBRO 
“Nos dias 11 e 12 de dezembro, próxima semana, em todo o País, estaremos realizando uma agenda de mobilizações para barrar essa proposta de reforma da previdência que visa retirar os nossos direitos. Não é justo impedir o acesso à aposentadoria para quem começa a trabalhar mais cedo e só ganha um salário mínimo”, convoca a secretária de Políticas Sociais da CONTAG, Edjane Rodrigues.

“O governo vai investir R$ 3 bilhões nos municípios, para os(as) prefeitos(as) convencerem os(as) deputados(as). Vai colocar R$ 100 milhões em propaganda mentirosa, dizendo que os(as) rurais estão fora da ‘reforma’ da previdência e assim convencer muitos deputados(as) a votarem em favor da ‘reforma’. Temos que mobilizar através dos meios de comunicação que temos acesso, conversar com os(as) vereadores(as) e com os(as) prefeitos(as) para que a gente possa restabelecer a verdade e garantir os votos contra a ‘reforma’. Não vamos brincar! Temos que enfrentar e vencer essa batalha! Portanto, quero nesse momento convocar a todos os companheiros e companheiras dos Sindicatos e das Federações para fazer uma grande mobilização nos dias 11 e 12 de dezembro, pois só com o povo na rua, a gente vai convencer o Congresso Nacional, em especial a Câmara Federal, para votar contra a ‘reforma’ da previdência”, convoca o presidente da CONTAG, Aristides Santos.
FONTE: Comunicação CONTAG- Barack Fernandes

FINAL DE ANO TENDE A SER CHUVOSO NO RIO GRANDE DO NORTE, PREVÊ EMPARN






As previsões meteorológicas apontam que a segunda quinzena do mês de dezembro deverá ser chuvosa no Rio Grande do Norte. De acordo com a Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn), as boas chuvas que são aguardadas entre os estados da Bahia e do Piauí neste mesmo período podem amenizar a situação de seca intensa que vem sendo causada há anos pela estiagem em cidades da região Oeste, Seridó e Alto Oeste potiguar.
Para a Emparn, 2018 muito provavelmente será um ano com quantidade de chuva considerada elevada para o RN, muito embora os índices pluviométricos previstos neste momento ainda não sejam suficientes para resolver o problema da crise hídrica em solo norte-rio grandense. Para isso, ainda segundo o órgão, só haveria algum tipo de resultado, mesmo que pequeno, caso as chuvas somassem 800mm ou 900mm; já para solucioná-lo de uma vez por todas, o acumulado das precipitações deveriam apontar para 1.200mm.
Além da Emparn, o PhD em meteorologia Luiz Carlos Molion previu, durante o II Fórum das Águas, realizado na semana passada em Apodi, que o Rio Grande do Norte experimenta tendência de fim da seca e chuvas acima da média em 2018. A estimativa do pesquisador é que as chuvas no Estado sejam até 15% acima da média, no próximo ano. Ao contrário de previsões mais usuais, o prognóstico de Molion não seguiu modelos climáticos e é embasada em cenários de similaridade, obtidos em dados pluviométricos dos últimos cem anos.
fonte do blog de venha ver noticias

Um programa de ajuda ao pequeno produtor rural completa 22 anos de atividades





O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), principal política pública brasileira de crédito para as unidades familiares de produção, completou 22 anos. Durante pouco mais de duas décadas, o valor total das operações do Programa atingiu R$200 bilhões. Os recursos foram aplicados na efetivação de cerca de 28,5 milhões de contratos, com inadimplência em torno de 1%. Esses números ressaltam a capilaridade de uma política consolidada, que se tornou referência em financiamento da agricultura familiar.
O programa é gerenciado pela Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), e apresenta uma significativa evolução das contratações ao longo dos anos. Começou atingindo a marca de quase 1 milhão de contratos na safra 1999/2000. Seis anos depois, esse número ultrapassou os 2,5 milhões de contratos, movimentando mais de R$6,3 bilhões. Na safra 2006/2007, o Governo Federal disponibilizou pela primeira vez R$10 bilhões em créditos para o Pronaf, mas foi no ano agrícola 2008/2009 que o valor dos contratos financiados ultrapassou a marca dos R$10 bilhões.
Em linhas gerais, o Pronaf representa, hoje, crédito com os juros mais baixos praticados no mercado para a produção de alimentos da cesta básica, além de incentivar os agricultores de orgânicos e agroecológicos e as economias locais, aumentando a qualidade de vida das famílias agricultoras.

Segundo José Carlos Zukowski, diretor substituto do Departamento de Financiamento e Proteção da Produção da Sead, o crescimento do Pronaf ao longo dos anos mostra que a agricultura familiar ganhou espaço, tanto na sociedade quanto no Governo. “Não teríamos um aporte de recursos como o que temos hoje se o setor não tivesse crescido tanto com o Programa”, afirma.

fonte do blog de nossa terra

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Projeto ROTA DO CORDEIRO-Análise








A ovinocaprinocultura representa importante atividade econômica para o Nordeste Semiárido (NSA), graças às condições favoráveis da região para a exploração da atividade e à diversidade de produtos que podem ser explorados comercialmente (carnes, peles, leite e derivados).
A Região Nordeste detém 91% e 57%, respectivamente, dos rebanhos caprinos e ovinos brasileiros (IBGE, dados de 2007).
O cartograma mostra a densidade do rebanho por município da região.

A dimensão da problemática da região do Nordeste Semiárido alimentou a decisão da estruturação da Rota do Cordeiro. Este projeto piloto das Rotas originou-se de uma proposta apresentada pela EMBRAPA Caprinos e Ovinos, que foi discutida e ampliada pela SDR-MI.

Análise do cenário:

Precárias condições tecnológicas, baixos índices de produtividade e a falta de informações de mercado confiáveis sobre a atividade;
Apenas uma pequena parcela do consumo passa pelo abate certificado em frigoríficos legalizados;
Baixa adoção de tecno­logia, aliada à escassa organização dos produtores, que desenvolvem a ovinocultura e a caprinocultura como atividades de subsistência.Principais barreiras

Falta de regularidade na oferta: pratica­mente não há oferta nos meses do meio do ano, durante a estação seca, quando o consumo é favorecido;
Falta de padrão de produto: os animais abatidos são de raças e idades diferentes, e são criados com alimentação e manejo diversificado; e;
Falta de integração entre produção e abate: há predominância de operações de compra e venda no mercado spot por intermediários, com poucas estruturas contratuais ou estritamente coordenadas.Objetivo Geral
O objetivo geral do Projeto é profissionalizar a cadeia produtiva da ovinocaprinocultura no NSA, articulando os subsistemas de produção, processamento e comercialização por meio da criação de sistemas agroindustriais integrados.

Objetivos Específicos

Garantir nutrição adequada e a baixo custo durante todo o ano;
Melhorar as condições de sanidade do rebanho;
Melhoramento padrão genético dos plantéis;
Ampliação da produtividade e rentabilidade do negócio;
Prover soluções inovadoras e sustentáveis para a ovinocaprinocultura no NSA;
Regularizar e padronizar a oferta dos produtos da ovinocaprinocultura;
Promover o abate legal e certificado de ovinos e caprinos;
Criar e certificar a marca regional do ovino e caprino do NSA;
Promover o consumo de produtos derivados da ovinocaprinocultura.
fonte do blog de nossa terra

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

O Governo MENTE sobre a Reforma da Previdência Rural








O governo, outra vez, tenta enganar a sociedade com o discurso demagógico de que não vai alterar as regras da previdência rural.

O novo texto deixa claro que:

•os agricultores e agricultoras familiares somente poderão se aposentar mediante a comprovação de 15 anos de contribuição mensal.

A intenção é abrir as portas para exigir dos agricultores e agricultoras familiares contribuição previdenciária mensal, com valor mínimo pré-fixado para cada membro da família. A proposta restringe a garantia de que será respeitada a capacidade contributiva do agricultor e agricultora familiar para garantir a proteção previdenciária sua e da família.

A Constituição de 1988 assegurou a contribuição dos segurados especiais com base na comercialização de sua produção, respeitando assim, a realidade do campo e as incertezas enfrentadas pelos produtores rurais, como secas, enchentes, preços baixos de comercialização, que muitas vezes os impedem de conseguir renda monetária com regularidade. Exigir que os mesmos efetuem contribuição mensal para a previdência significa exclusão da grande maioria.

•os trabalhadores assalariados e assalariadas rurais terão que se aposentar com a mesma idade que os urbanos (65 anos para homens, 62 anos para mulheres).

A proposta eleva a idade de aposentadoria para os assalariados e assalariadas rurais condenando-os à própria sorte para, quem sabe algum dia, conseguirem ter acesso à aposentadoria. Se já é difícil de comprovar o tempo de trabalho pela descontinuidade dos contratos e a alta informalidade, imagina a aposentadoria de um cortador de cana aos 60 anos de idade, com acréscimo de mais 5 anos à idade para requerimento do benefício.

•com base no aumento da expectativa de vida, a idade mínima para aposentadoria, inclusive dos trabalhadores e trabalhadoras rurais, será elevada pelo governo por meio de lei ordinária.

O aumento da expectativa de vida não significa capacidade laboral, principalmente na área rural onde o trabalho é penoso, exercido sob sol e chuva.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares – CONTAG é contrária à Reforma da Previdência Social apresentada pelo Governo com base na Emenda Aglutinativa Global à Proposta de Emenda Constitucional - PEC 287-A/2016, que retira direitos da classe trabalhadora.

A CONTAG defende:

•a manutenção da contribuição previdenciária dos agricultores e agricultoras familiares com base na venda da produção, beneficiando a família, conforme determina o artigo 195, § 8º, da Constituição Federal;

•aposentadoria dos trabalhadores e trabalhadoras rurais (assalariados, assalariadas, agricultores e agricultoras familiares) aos 60 anos para homens e 55 para mulheres;

•manutenção explícita da comprovação de atividade rural para o acesso aos benefícios previdenciários rurais.

A CONTAG reafirma o seu posicionamento de que não pactua com essa lógica perversa de se querer fazer o ajuste fiscal do Estado brasileiro à custa da população mais pobre. Ademais, o relatório final de CPI da Previdência, aprovado, inclusive pela bancada governista, indica que não há déficit da Previdência Social e, sim, problemas de gestão e mal uso do dinheiro.

Estamos mobilizados e na luta por uma previdência social justa e inclusiva. Os trabalhadores e trabalhadoras não aceitam pagar essa conta.

Brasília/DF, 28 de novembro de 2017.
FONTE: Direção da CONTAG

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

DIRETORIA DO STTR VISITA CURSOS DO PRONATEC NA ZONA RURAL DE ANGICOS

Desde ontem a diretoria do STTR de Angicos, atraves dos diretores IVANALDO ROGERIO E ALMIR MEDEIROS, estiveram visitando as comunidades do RIO VELHO E P.A. BOM FIM, para registrar, e tambem para mostrar que os agricultores estao se capacitando no cursos executados pelo PRONATEC E PELO SENAR, sendo que nos dois cursos, é o SENAR, quem administra.
De acordo com o Presidente Ivanaldo, esses cursos vem para ajudar o homem e a mulher do campo, a trabalhar com mais eficiência e com mais qualidade de vida, pra as famílias e tambem para o desenvolvimento das comunidades. e ainda ivanaldo falou que temos a região do cabugi, que tambem esta contemplada com o PRONATEC, e em breve visitaremos esta comunidade. 
E ainda falou que no percurso destas visitas fazemos tambem as visitas nas outras fazenda que nos solicita. 
Os cursos que estão sendo ofertados nestas comunidades, são:
REGIÃO DO RIO VELHO:  CURSO DE BOVINOCULTURA DE LEITE;
REGIÃO DO P.A. BOM FIM: CURSO DE GALINHA CAIPIRA;
REGIÃO DO CABUGI: CAPRINOCULTURA.
Estes cursos veio com o apoio do STTR, SECRETARIA DE AGRICULTURA E EMATER do município de Angicos/RN.
Lembrando que quenha ganha nesta grande ação são os trabalhadores rurais e trabalhadoras rurais do nosso município.

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curso no rio velho

curso no rio velho

PROFESSOR DO CURSO DE BOVINOCULTURA - 
E O PRESIDENTE DO STTR - IVANALDO

CURDO DO RIO VELHO

CURSO NO P.A. BOM FIM

PROFESSOR DO CURSO DO P.A. BOM FIM

TRABALHOS EM GRUPOS E ECOLÓGICO NO 
CURSO DE GALINHA CAIPIRA NO P.A.BOM FIM 

CURSO DO P.A. BOM FIM

CURSO DO P.A. BOM FIM

MICHELINE E BRIGIDA FUNCIONARIAS DA EMTER ANGICOS
MOSTRANDO A CRIATIVIDADE DOS ALUNOS DO CURSO DO P.A. BOM FIM
DE GALINHA CAIPIRA.

MOMENTO DE DISTRAÇÃO DURANTE O CURSO

VISITA TECNICA AOS AGRICULTORES DURANTE A IDA PARA O P.A. BOM FIM
ALMIR MEDEIROS TESOUREIRO DO STTR
 E BRIGIDA E MICHELINE DA EMTAER LOCAL

VISITA TECNICA PARA ELABORAÇÃO DE DAP
FAZENDA DE ALBERTO LUCAS, COMUNIDADE VOLTA

PARTICIPANDO DA GINCANA NO CURSO DO RIO VELHO

ALUNAS DO PRONATEC NO RIO VELHO

SABOREANDO A CULINÁRIA DOS ALUNOS DO RIO VELHO

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Coletivos de Finanças, Política Agrícola e Formação e as Comissões Nacionais de Mulheres e Jovens realizam últimas reuniões de 2017







FOTO: César Ramos



Dirigentes e assessores(as) da CONTAG e Federações e as Coordenações Regionais estão em Brasília nesta semana para as reuniões dos Coletivos Nacionais de Finanças, de Formação e Organização Sindical, de Política Agrícola e para as Comissões Nacionais de Mulheres e Jovens. De segunda (27) a quarta-feira (29), serão muitos debates, planejamentos e troca de experiências visando o fortalecimento da ação sindical para o próximo ano.

Na abertura conjunta dos Coletivos, realizada nesta manhã, a secretária de Mulheres da CONTAG, em nome de toda a Diretoria, destacou alguns desafios enfrentados neste ano e convocou todos e todas para dar continuidade à agenda de lutas em 2018. “Estamos chegando ao final desse ano, que foi um período de muitas incertezas, de retrocessos e de muitas lutas. Que todos esses desafios que enfrentamos sirvam para que, em 2018, tenhamos mais coragem e determinação para praticarmos um sindicalismo mais forte, defendendo os interesses dos trabalhadores rurais agricultores e agricultoras familiares para que tenham uma vida melhor”, destacou Mazé.

Neste momento conjunto, todos e todas fizeram um minuto de silêncio em homenagem à companheira Valdirene Gomes da Silva, que era a secretária de Mulheres da FETAESP e faleceu no último dia 4 de novembro. Também foi um momento de prestar solidariedade à Alessandra Lunas, ex-dirigente da CONTAG e atual vice-presidente e secretária de Meio Ambiente da FETAGRO, e a toda família pelo falecimento do seu companheiro Faustino José Linhares, ocorrido na semana passada, no dia 23 de novembro.

JUVENTUDE RURAL

A Comissão Nacional de Jovens Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (CNJTTR) pretende elaborar um detalhamento das atividades que foram desenvolvidas nos Salões Regionais do Jovem Saber e, posteriormente, uma avaliação metodológica das atividades desenvolvidas nos Salões e dos resultados obtidos.

A programação específica da reunião da CNJTTR também contou com análise de conjuntura das votações no Congresso Nacional, feita pela assessora Legislativa da CONTAG, Adriana Fetzner; discussão sobre o planejamento da Secretaria de Jovens para o próximo ano, sobre intercâmbios do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF) e o Plano Nacional de Juventude e Sucessão Rural – momento em que a CNJTTR cobrará uma posição da Secretaria Especial da Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário (Sead) sobre o Plano que foi lançado, mas não está sendo executado; socializar a parceria com a Universidade de Brasília para realizar pesquisas sobre sucessão rural; informe sobre a participação de adolescentes no Conselho Nacional da Criança e do Adolescente (Conanda); e iniciar o planejamento do 4º Festival da Juventude Rural.

“Estamos com uma participação muito boa da Comissão, todos e todas vieram com muito entusiasmo, principalmente depois que passamos nas regiões com os nossos Salões do Jovem Saber. Então, a nossa expectativa é que, a partir dessa reunião, possamos fechar os encaminhamentos para podermos lançar o novo Programa Jovem Saber no próximo ano. Estamos com uma programação bem intensa, estamos com boas expectativas. É um momento para unirmos forças para seguir com a luta, sempre empoderando a nossa juventude”, destaca a secretária de Jovens da CONTAG, Mônica Bufon Augusto.



FINANÇAS E ADMINISTRAÇÃO

A Oficina Nacional de Aprofundamento Temático em Gestão Administrativa e Financeira conta com uma programação que visa construir estratégias de atuação político-sindical para o fortalecimento da sustentabilidade político-financeira do MSTTR considerando as Deliberações do 12º Congresso da CONTAG e o Planejamento Estratégico da CONTAG.

O primeiro ponto da programação foi a análise de conjuntura política e sindical, feita pelo secretário de Finanças e Administração da CONTAG, Juraci Souto. Até quarta-feira (29), o Coletivo de Finanças pretende debater a situação atual da arrecadação; a não obrigatoriedade da contribuição sindical com a aprovação da reforma trabalhista; apresentação do e-Social e da proposta orçamentária da CONTAG para 2018; apresentação das experiências desenvolvidas pelas Federações para promoção da sustentabilidade político-financeira; apresentação e debate sobre a 4ª etapa do Plano Sustentar; aprofundamento das ações do Plano Sustentar, como o INSS Digital, CNIS, Fundo de Amparo Social, Coban, entre outras. Também será fechada a agenda para 2018, com o estabelecimento de compromissos.

“Reconhecemos que passamos por um momento de muitas dificuldades, mas de muita esperança e convicção de que vamos construir bons momentos na nossa organização sindical. Acredito muito no nosso poder de superação e é exatamente nisso que estamos apostando. Vamos montar uma estratégia de ação que contemple as três instâncias do movimento sindical (CONTAG, Federações e Sindicatos). Estou com muita fé e esperança. O momento é difícil, principalmente para o Coletivo de Finanças porque a área financeira é uma das mais difíceis, mas temos certeza da nossa capacidade de superação”, acredita o secretário de Finanças e Administração da CONTAG, Juraci Souto.



POLÍTICA AGRÍCOLA

O Seminário Nacional de Política Agrícola, que reúne os(as) secretários(as) e assessores(as) de Política Agrícola da CONTAG e das Federações, que integram o Coletivo Nacional, pretende ser um espaço de grandes debates, avaliação do primeiro período da atual gestão e tirar encaminhamentos importantes sobre temáticas relacionadas à organização e ao fortalecimento da agricultura familiar.

Na análise de conjuntura política e econômica e seus reflexos para a agricultura familiar e suas representações, foram destacadas as perspectivas da LOA 2018 para as políticas públicas da agricultura familiar. A programação segue com debates sobre o Plano Safra 2017/2018 e renegociação de dívidas; Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) e Cadastro da Agricultura Familiar (CAF); Programa de Aquisição de Alimentos Compra Institucional. No segundo dia a programação continua intensa, com debates sobre o Coban (Banco do Brasil); Agroindústria, Previdência e Imposto sobre Produto Industrializado (IPI); Pronaf Produtivo Orientado (PPO); Sistema CONTAG de Organização da Produção (Siscop); cadeias produtivas, integrados e biodiesel. Para o último dia serão aprovados encaminhamentos e ações em âmbito nacional, regional e estadual sobre todos os temas trabalhados pelo Coletivo e avaliação sobre o Termo de Cooperação com a Embrapa, entre outros. Paralelamente também ocorrerá a capacitação sobre DAP/RECAD.

“Ao longo desses seis meses, depois de ter realizado os encontros regionais sobre Pronaf Produtivo Orientado e sobre as Cadeias Produtivas, esperamos ter gerado uma expectativa boa nas pessoas. Nesse sentido, queremos tirar encaminhamentos importantes sobre esses temas para os próximos dois anos. Por outro lado, estamos com certa apreensão quanto às ações massa do nosso movimento para 2018 em função de todo o processo de negociação que historicamente a CONTAG tem feito com o governo. Por isso, um dos encaminhamentos que queremos tirar é sobre a elaboração de uma boa pauta de reivindicações e melhorar nas intervenções e ter com isso um melhor resultado possível. Também queremos discutir as ações da Secretaria para os próximos três anos desta gestão”, explica o secretário de Política Agrícola da CONTAG, Antoninho Rovaris.



FORMAÇÃO E ORGANIZAÇÃO SINDICAL

Realizado de 27 a 29 de novembro, o Coletivo Nacional de Formação tem como ponto central a discussão sobre o 5º Encontro Nacional de Formação (ENAFOR).

“O ENAFOR será um momento para refletirmos sobre o papel da formação no Movimento Sindical. É lugar de dialogarmos sobre os vários temas que já estão apontados no 12º Congresso e nos encaminhados do Planejamento Estratégico da CONTAG”, ressalta o secretário de Formação e Organização Sindical da CONTAG, Carlos Augusto (Guto).

Os desafios da atual conjuntura do Brasil; as eleições 2018; a participação da ENFOC no IV Encontro Nacional de Agroecologia (ENA), no Fórum Social Mundial e na Assembleia do CEALL; também estão na pauta do Coletivo.

“Acreditamos em uma Formação que esteja em Rede com outras organizações sindicais e movimentos sociais. Uma Formação que discuta e reflita sobre os atuais desafios que estão postos para os povos do campo, das florestas e das águas. Que debata com profundidade temas essenciais da nossa luta: (Projeto Alternativo de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário (PADRSS), a representação da Agricultura Familiar, a Marcha das Margaridas, a Reforma Agrária, o Fortalecimento da Produção Agrícola Familiar, as Experiências exitosas da nossa Organização Sindical, etc. Vamos à luta! Vamos construir em Rede, nossa Formação Sindical”, destaca Guto.



MULHERES TRABALHADORAS RURAIS

A reunião da Comissão Nacional de Mulheres Trabalhadoras Rurais da CONTAG acontece de 27 a 29 de novembro, e tem como objetivos: debater as estratégias de realização da 6ª Marcha das Margaridas; definir o mote e processos de mobilização do 8 de março de 2018; socializar e complementar o planejamento da Comissão Nacional de Mulheres Trabalhadoras Rurais (2017-2021), fazendo um balanço sobre a situação das políticas estaduais de enfrentamento à violência contra as mulheres.

Na pauta referente à Marcha das Margaridas, a Comissão é desafiada a construir um consenso sobre a estratégia da 6ª Marcha das Margaridas e o diálogo com as parceiras.

A situação das políticas estaduais de enfrentamento à violência contras as mulheres do campo, floresta e águas; a participação do Movimento Sindical no IV Encontro Nacional de Agroecologia (ENA); o mapeamento das experiências de agroecologia; também estão na pauta da reunião.

Na abertura do Coletivo, realizada na manhã dessa segunda-feira (27), logo após uma mística emocionante em homenagem à secretária de Mulheres da Federação de São Paulo, Valdirene Gomes, que faleceu no dia 04 de novembro, e também em memória de Faustino Linhares, companheiro da ex-secretária de Mulheres da CONTAG, Alessandra Lunas. A atual secretária de Mulheres da CONTAG, Mazé Morais, aproveitou a oportunidade para afirmar que as mulheres seguem unidas na construção da 6ª Marcha das Margaridas.

“Seguimos em Marcha. Em todos os lugares nossa Comissão Nacional de Mulheres Trabalhadoras Rurais e parceiras da Marcha vêm afirmando a luta das companheiras do campo, das florestas e das águas através da Marcha das Margaridas. Nesse atual cenário posto no Brasil, carregado de retrocessos de direitos e com uma previsão de corte de mais de 80% às políticas públicas das mulheres, nós estaremos ainda mais unidas pela vida de todas as mulheres. Estaremos presentes na 6ª Marcha das Marcha das Margaridas”, afirma a secretária de Mulheres da CONTAG, Mazé Morais.


FONTE: Assessoria de Comunicação da CONTAG - Verônica Tozzi e Barack Fernandes

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

COMISSÃO MUNICIPAL DO IBGE DE ANGICOS SE REUNI COM A EQUIPE DO IBGE REGIONAL

Nesta sexta feira, a equipe do IBGE, se reuniu com a COMISSÃO MUNICIPAL DO IBGE DE ANGICOS, para apresentar o andamento das coletas que esta sendo realizado no município de angicos, com o CENSO AGROPECUÁRIO.
O evento foi realizado na sede da CAMARA MUNICIPAL DE ANGICOS.
Lembrando que ainda não terminou as coletas, ainda estão continuando fazendo.



sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher





FOTO: Comunicação CONTAG- Fabrício Martins



Dados divulgados em março de 2017 pelo Fórum Brasileiro de Segurança mostram que 12 milhões de mulheres sofreram ofensa verbal; e 1milhão e 400 mil foram espancadas. 

No Mapa da Violência 2015, o Brasil atingiu uma taxa média de feminicídio de 4,8 a cada 100 mil mulheres. Passando para o 5º lugar no ranking mundial.

As mulheres também têm sido violentadas pelas medidas do governo golpista que se expressam na aprovação da PEC dos gastos públicos e da reforma trabalhista, além de outras tentativas de retirada de direitos (como o desmonte da previdência social e do orçamento federal destinado às políticas públicas específicas) e de criminalização das mulheres, que tramitam no legislativo. 

Portanto, neste 25 de novembro/ Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, nós agricultoras familiares da Comissão Nacional de Mulheres, da CONTAG, das Federações e dos Sindicatos, reafirmamos nossa luta de enfrentamento às diferentes formas de violência contra as mulheres, especialmente as trabalhadoras rurais, no Brasil e no mundo.

Através da Marcha das Margaridas e de outras tantas ações seguiremos na luta contra as formas de opressão do capitalismo patriarcal, até que todas sejamos livres.

Não à violência contra a mulher! 

Nenhuma a menos!


FONTE: Secretária de Mulheres da CONTAG, Mazé Morais